A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

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GUERRAS: COLONIAL E CIVIL - INDEPENDÊNCIA - ETNIAS HISTÓRIA - O 25 DE ABRIL E A DESCOLONIZAÇÃO

Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Maio 16, 2009 8:56 am

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Maio 16, 2009 8:57 am

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Maio 16, 2009 9:00 am

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Maio 16, 2009 9:03 am

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Quinta Maio 21, 2009 10:41 am

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Quinta Maio 21, 2009 10:52 am

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Maio 30, 2009 8:13 am

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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Jun 08, 2009 5:42 am

Jonas Savimbi: Saber Morrer pela Imortalidade

O dia 22 de Fevereiro foi, para todos os efeitos, imprevisto e tétrico; imprevisto, porque, tal como nos outros dias, Jonas Malheiro Savimbi se preparava, como de costume e na qualidade de General, para mais um dia de rotina. Meteu, logo pela manhã, o seu uniforme verde, fez a toilette e, como é provável, aguardava pelo evoluir da situação. No entanto, a perda, dias atrás, das duas colunas que o guarneciam não augurava nada de bom, pois estava praticamente exposto às forças do MPLA (milícias, polícias e soldados das FAA) com a participação de mercenários israelitas, portugueses e sul-africanos; estes últimos que há muito pouco tempo o haviam apoiado. E, tal como Che Guevera, na Bolívia, Jonas Savimbi nem sequer se deu conta que o inimigo estava a poucos passos de si e lhe crivava, segundos depois, o corpo com sete balas.
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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Jun 08, 2009 5:44 am

Foi assim, de uma forma aparentemente fácil, e quase inacreditável - para um homem demasiado experiente nas andanças da guerra -, que terminava a vida de um líder carismático, e de um homem que fez da guerra o seu cavalo de batalha para um dia vir a ser Presidente do País que o vira nascer.
As pessoas que o conheceram de perto contam que, em certas ocasiões, lhes perguntava se um dia viria a ser, de facto, Presidente de Angola e, condoído pela dúvida, vertia algumas lágrimas, talvez por notar que esse desiderato se encontrava distante de si anos-luz.
A falar a verdade, Jonas Savimbi nem sequer precisava de vir um dia a ser Presidente da República, pois viveu as glórias, as alegrias, as honras e as agruras de todos os presidentes. Teve uma vida tão atribulada, quanto plena de contradições, esse menino irrequieto, que nasceu a 3 de Agosto de 1934, em Munhango, no Bié.
SavimbiA sua passagem por Portugal foi, de igual modo, tempestuosa, uma vez que a par dos estudos, contestava abertamente o regime colonial português, o que lhe valeu alguns dissabores, e não foram poucos. Apesar disso, conforme Daniel Chipenda, não se coibia em ostentar os seus conhecimentos, mesmo em domínios não afins à sua formação. Uma vez, pretendeu dar uma conferência sobre Antropologia numa instituição portuguesa, sendo, de imediato, desaconselhado por Chipenda.
Formado em Ciências Políticas e Jurídicas na Universidade de Lousane, Suíça, passou, a partir daí, a dedicar toda a sua vida à política até ao último momento em que morreu em combate.
Jonas Savimbi era o homem dos antípodas: era anjo e ao mesmo tempo demónio; assemelhava-se ao remoinho de vento, kanyongo, que varre árvores e levanta as casas do chão, mas também tinha dificuldades de se conter e, por vezes, chorava como uma criança. A sua vida tão plena de contradições, e de estados de humor surpreendentes, levou a que, no processo eleitoral de 1992, o MPLA afirmasse que ele havia feito campanha para si, apesar de (o que é paradoxal) o seu arqui-rival não o ter batido logo na primeira volta. Mas a sua sentença de morte havia sido decretada há muito, ou seja, muito antes da independência. Apenas José Eduardo dos Santos viria a consumá-la, volvidos dezenas de anos, nesse fatídico dia, na localidade de Lucussi, ao lado de uma grande mulemba.
Quer queiramos quer não, temos de aceitar que, com a morte de Jonas Savimbi, abre-se uma nova fase na vida política de Angola, ainda que contrária aos cenários que se vêm desenhando por aí. Primeiro, porque, para o MPLA, as causas da guerra não radicam em factores de ordem estrutural, mas na ambição de um homem que queria, a todo o custo, tomar o poder. Não tardará a chegar o dia em que o MPLA e os seus correligionários se aperceberão que esta morte não trouxe nada de novo para o processo de consolidação da paz; muito pelo contrário, notarão, perplexos, que afinal a paz não nasce da eliminação de adversários, mas sim da transformação espiritual, moral e ética no seio do próprio MPLA. Só assim, e tal como a sombra de uma mulemba, a verdadeira paz se espalhará pela Nação inteira.
Está à vista que a verdadeira paz passa, necessariamente, pela instauração de um verdadeiro estado de direito; pelo desfasamento das assimetrias regionais (dando a cada região uma relativa liberdade para decidir do seu destino, económico e social). E mais importante ainda, pela distribuição equitativa das riquezas do país, de modo a que cada angolano, esteja onde estiver, seja quem for, sinta o merecido orgulho pela sua terra-mãe.
O filho de Lote e Mbundu, teve todos os meios ao seu alcance para evitar tal trágico desfecho; possuidor de uma grande fortuna, poderia, sem grandes dificuldades, exilar-se em qualquer país; possuía, até ao último momento, intacto o seu sistema de comunicações com o qual poderia comunicar com o mundo, ou com as Nações Unidas, a sua rendição. Mas preferiu, conscientemente, morrer assim, na crença, pensamos nós, de que, ao estilo de Cristo, continuaria vivo durante vários séculos no imaginário daqueles que o seguiram e o apoiaram (e não só). Refiro-me ao poder catalisador das energias que possuem certos líderes que deixam de existir de uma forma brutal. Trata-se do valor e do poder simbólico de um mártir.
Independentemente da evolução do processo político-militar de Angola, a verdade é, que, o MPLA perdeu o seu bode expiatório. O indivíduo a quem era atribuída a miséria, a falta da gestão transparente da coisa pública, a corrupção, o despotismo, o tráfico de influências, a prioridade do estrangeiro em detrimento do nacional, a ausência da democracia e até, o mais anedótico, a falta da luz e da água na cidade de Luanda.
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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Jun 08, 2009 5:46 am

Fatalmente, acaba de chegar o momento em que o MPLA terá, necessariamente, de olhar para si próprio. E assim, a morte de Jonas Savimbi, muito longe de colocar o MPLA numa posição confortável, colocá-lo-á, isso sim, numa posição mais crítica, pois a partir de agora, o maior inimigo do MPLA já não será Jonas Malheiro Savimbi, mas sim a verdadeira democracia. De resto, é tudo uma questão de tempo ou, quem sabe, de dias.
Talvez isso explique porque Jonas Savimbi havia escolhido morrer assim. E quando nos vêem à mente as imagens enfadonhas de Abimael Reynoso Guzman, líder do Sendero Luminoso, a que Alberto Fujimori converteu num verdadeiro espantalho, talvez, quem sabe, tenha valido a pena Jonas Savimbi acabar como acabou.
Ninguém ignora a abjecta humilhação porque passou depois de morto; a humilhação mais vil e contrária à cultura africana, mas isso é de somenos importância, porque só humilham cadáveres aqueles que não sabem que o valor de um homem está nas suas ideias
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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Jun 24, 2009 10:50 am

Leading economic expert Jim Rogers traveled to 150 countries over 150,000 miles in three years - follow his adventures here on FentonReport.

In this video Jim visits the Cabinda Province in Angola.


Copyright Jim Rogers, provided as a special contribution to FentonReport

Cabinda (also spelled Kabinda) is an State and province of Angola, a status that has been disputed by many political organizations in the territory. The capital city is also called Cabinda. The province is divided into four municipalities - Belize, Buco Zau, Cabinda and Cacongo.

Modern Cabinda results from the fusion of three kingdoms: N'Goyo, Loango and Kakongo. It is 7,823 km2 (3,020 sq mi) in area, and has a population of 264,584 (estimated in 2006). According to 1988 United States government statistics, the total population of the province was 147,200, with a near even split between total rural and urban populations. About one third of Cabindans are refugees living in the Democratic Republic of the Congo (DRC). It is separated from Angola by a narrow strip of territory belonging to the DRC, which bounds the province on the south and the east. Cabinda is bounded on the north by the Republic of the Congo, and on the west by the Atlantic Ocean. Adjacent to the coast are some of the largest oilfields in the world. Petroleum exploration began in 1954.

Cabinda produces hardwoods, coffee, cacao, rubber, and palm oil products. Petroleum production began in 1968, and now accounts for most of Angola's production. Cabinda produces 700,000 barrels of crude oil per day. Cabinda Oil is associated with Sonangol, Agip Angola Lda (41%), Chevron (39.2%), Total (10%) and Eni (9.8%).

While the Angolan Civil War largely ended in 2002, an armed struggle persists in the exclave of Cabinda, where some of the factions have proclaimed an independent Republic of Cabinda, with offices in Paris. The Treaty of Simulambuco establishes in Cabinda a Protectorate of Portugal and many consider the occupation of the territory by Angola illegal.
Categoria: Notícias e política
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Re: A GUERRA CIVIL ANGOLANA - VÍDEOS

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Jun 24, 2009 10:52 am

March 1996
A convoy carrying food supplies crawls slowly across Angola's border. Peace in this country progresses at much the same pace. Every week a Joint Commission of UNITA and MPLA leaders meet in the capital, Luanda, to wrangle the peace accord forward. The main item on the agenda is UNITA's delay in demobilising its army. Soldiers straggling in from the bush to hand over their guns is a familiar sight in Angola. In the most destructive phase of the twenty year old war, government-held towns like Kuito suffered savage bombardment. Kuito's citizens scrabble a living in the ruins of their homes. Once the children died from shellfire, they now die from malnutrition. Listless babies sit on the dusty ground, oblivious of the flies which buzz around their faces. Their fathers' fields are sown not with seeds but with landmines. While welfare is at its lowest in Angola, the elite in Luanda have grown rich off economic spoils. UNITA lays claim to the diamonds while the MPLA drills for oil. The citizens of Kuito gather in a wrecked church to sing for peace.. Will their leaders ever hear the people's hymns for peace?
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