CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Dez 05, 2009 10:05 pm

CASTELO DE ABRANTES - VÍDEOS DO FORUM KAMUSSEL (autor: vitor oliveira)
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Dez 05, 2009 10:07 pm

CASTELO DE ABRANTES - VÍDEOS DO FORUM KAMUSSEL (autor: vitor oliveira)
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Sábado Dez 05, 2009 10:09 pm

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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Domingo Dez 06, 2009 5:15 pm

CASTELO DE ARRAIOLOS
FOTOS E VÍDEOS DE VITOR OLIVEIRA

OUTROS PORMENORES:

A primitiva ocupação humana do cabeço rochoso conhecido como Monte de São Pedro, ao norte de Arraiolos, é atestada por alguns percutores de quartzo e um machado de cobre pré-históricos, encontrados durante prospecção arqueológica na alcáçova do castelo, atualmente no Museu de Évora.
Acredita-se que a povoação em si tenha se formado por volta de 300 a.C..
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Domingo Dez 06, 2009 5:25 pm

CASTELO DE ARRAIOLOS
FOTOS E VÍDEOS DE VITOR OLIVEIRA

A idéia de fortificação deste local remonta à doação da chamada herdade de Arraiolos feita por D. Afonso II (1211-1223) a D. Soeiro, bispo de Évora, com a permissão para que nela se erguesse um castelo (1217).

Com o adensamento do povoamento, uma nova determinação para o levantamento de uma defesa remonta a um contrato, firmado entre o rei D. Dinis (1279-1325), o Alcaide, os Juízes e o Concelho da Vila de Arraiolos (1305), que estipulava a obrigação de levantar, em torno da povoação, "207 braças de muro, de três braças de alto e uma braça de largo; e a fazer no dito muro dous portaes dárco com suas portas, e com dous cubellos quadrados em cada uma porta".

Essas obras foram iniciadas em 1306, com uma verba de 2.000 libras concedidas pelo monarca, e traça de autoria de D. João Simão. Dessa forma, em 1310, ano em que o soberano confirmou a Carta de Foral, (...) a obra estava pronta de pedra e cal e em boa defesa, edificada num monte de configuração cónica, elevado sobre todos os vizinhos e pitorescamente coroado, no vértice, pela antiquíssima Igreja Matriz do Salvador.

O castelo começou a sofrer abandono a partir do século XIV, por ser um local ventoso, frio, reputado como desagradável para se habitar. O rei D. Fernando (1367-1383) tentou dar remédio a essa situação concedendo privilégios especiais aos seus habitantes (1371). Essas medidas, entretanto, se revelaram inúteis, pois nem o fechar das portas à noite, privando dos sacramentos os moradores de fora, conseguiu impedir o despovoamento da fortificação.
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Domingo Dez 06, 2009 5:36 pm

CASTELO DE ARRAIOLOS
FOTOS E VÍDEOS DE VITOR OLIVEIRA

Após o desfecho da crise de 1383-1385, os domínios da vila e seu castelo foram doados ao Condestável D. Nuno Álvares Pereira (1387), agraciado com o título de Conde de Arraiolos. Entre 1385 e 1390, daqui partiram diversas expedições militares do Condestável contra Castela.

Do século XVI aos nossos dias
Ao final do século XVI o castelo ainda era habitado, fechando-se todas as noites pelo sinal do sino (1599). Nessa época um grande número de novas moradias já se espalhava pelas encostas vizinhas. No início do século XVII, entretanto, já se encontrava desguarnecido, vendo os seus materiais de construção serem saqueados e abrigando um curral no seu Pátio de Armas.

Em 1613 o castelo e seus edifícios encontrava-se em avançado estado de ruína, conforme queixas dos Oficiais da Câmara Municipal à época.

À época da Restauração da independência portuguesa, sob o reinado de D. João IV (1640-1656), o muro da povoação e o seu castelo receberam obras de remodelação por necessidades estratégicas (1640). Poucos anos mais tarde, em 1655, o castelo voltava a apresentar ruína, com a barbacã caída, a Torre de Menagem fendida e abandonada, e o Paço dos Alcaides inabitável.

Um século mais tarde, o terramoto de 1755 aumentou-lhe os danos.

No século XIX, o seu Pátio de Armas serviu de cemitério para as vítimas de cólera morbus na região (1833).

No início do século XX foi classificado como Monumento Nacional, por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. No período de 1959 a 1963, o castelo e as muralhas de Arraiolos, foram parcialmente restaurados pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN).
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Domingo Dez 06, 2009 5:54 pm

CASTELO DE ARRAIOLOS
FOTOS E VÍDEOS DE VITOR OLIVEIRA

Características
O conjunto, integrado pela fortificação do Paço dos Alcaides e pela cerca amuralhada, apresenta planta quadrangular, com elementos do estilo românico e do estilo gótico.

Embutido no troço norte da muralha, o Paço dos Alcaides, de planta quadrada, é dominado pela Torre de Menagem. Esta é dividida internamente em quatro pavimentos, rematada por adarve protegido por merlões. Articula-se pela face leste com as casas da guarda, sobranceiras à porta da Praça de Armas, e, pela oeste, com as pousadas palacianas.

O sólido muro ameado, largo e de altura regular, descrevendo uma forma elipsóide, encontra-se actualmente bem conservado. Nele se inscreviam, originalmente, duas portas:

* a Porta da Vila (ou da barbacã), a Sul, hoje reduzida a uma grande abertura no muro; e
* a Porta de Santarém, a Noroeste, em estilo gótico, flanqueada por dois cubelos ou torreões.

Parece ter havido ainda uma porta falsa ou postigo, no lado leste, onde o muro apresenta alguma ruína.

A Torre do Relógio, enriquecida com um coruchéu ao tempo de D. Manuel (1495-1521), parece ser um dos cubelos da antiga porta da barbacã, ficando o outro suprido pela grande torre de menagem.

Destaca-se, na praça de armas do castelo, a Igreja do Salvador.


Curiosidades
Uma tradição local afirma que existe uma passagem subterrânea secreta que liga o castelo ao Convento de Nossa Senhora da Assunção (Convento dos Lóios).

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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Dez 08, 2009 8:21 pm

Castelo de Estremoz Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Castelo de Estremoz, no Alentejo, localiza-se na cidade de Estremoz, freguesia de Santa Maria, Distrito de Évora, em Portugal.

Erguido em posição dominante sobre uma colina ao norte da serra de Ossa, tinha como função primitiva a defesa desta raia alentejana. Constituindo-se posteriormente em uma das mais importantes praças-fortes da região do Alentejo, Estremoz esteve ligada a diversos dos mais decisivos episódios militares da História de Portugal. Deu o seu nome, ainda, a um dos mais atuantes destacamentos militares do país, com decisiva ação no Brasil colonial, o Regimento de Estremoz. É ainda de assinalar o facto de nele ter falecido, em 1336, a rainha Santa Isabel.



No século XIX, auxiliou forças portuguesas sitiadas na Praça-forte de Elvas durante a chamada Guerra das Laranjas (1801), vindo a ser brevemente ocupada por tropas francesas sob o comando do general Kellerman, que a abandonaram em 12 de Julho de 1808, durante a Guerra Peninsular. Poucas décadas mais tarde, durante as Guerras Liberais, forças miguelistas assassinaram 39 liberais que se encontravam detidos nos calabouços de Estremoz.

A paz e a evolução urbana cobraram o seu tributo às defesas de Elvas, tanto às da Idade Média quanto às da Restauração. Como exemplo, para a implantação da estação ferroviária no centro da vila foi demolido um grande troço da muralha norte. Em 17 de Agosto de 1898, uma violenta explosão em um dos paióis de pólvora, causou severos danos à estrutura dos Armazéns de Guerra (antigo Paço Real) e do castelo medieval.

No início do século XX, o conjunto do castelo, das muralhas da vila, a chamada Torre das Couraças e a Capela da Rainha Santa, foi classificado como Monumento Nacional a partir de Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. A ação do poder público só se faria sentir, entretanto, quando uma intervenção de consolidação e conservação foi iniciada pela DGEMN em 1939. O mesmo organismo promoveria trabalhos de reparo nos telhados em 1961. Uma grande intervenção, entretanto, teria lugar entre 1967 e 1988, visando requalificar o espaço dos Armazéns de Guerra (antigo Paço Real), às funções de pousada.

Atualmente, o monumento atende à função turística (a Pousada da Rainha Santa Isabel), cultural (Galeria de Desenho da Câmara Municipal de Estremoz, na antiga Sala de Audiências de D. Dinis) e religiosa (Capela de Santa Isabel).

Imagem

O conjunto da Praça-forte de Estremoz apresenta planta pentagonal orgânica (adaptada à conformação do terreno).

O castelo medieval ergue-se no topo de uma colina de pedra calcária, identificando-se elementos dos estilos gótico, moderno e neoclássico. É envolvido por uma cerca baixa ameada, percorrida por um adarve largo, reforçada com quatro cubelos semi-cilíndricos. Pelo lado sul, ergue-se a Torre de Menagem, também conhecida como Torre dos Três Reis ou Torre das Três Coroas. Com 27 metros de altura, coroada por merlões prismáticos, é rasgada por três balcões ameados, com matacães, assentes em mísulas. No interior da torre, dividida em três pavimentos, destaca-se a vasta sala do segundo piso, de planta octogonal e coberta por abóbada polinervada.

Na cerca da cidade, destacam-se a Porta de Santarém e a Porta da Frandina. No interior dos muros, observa-se a imponente galeria ogival da Casa da Audiência, de dupla arcaria apoiada em colunelos de mármore com capitéis historiados, contendo o antigo brasão da cidade. Da época de D. Manuel I subsistem o antigo Celeiro Comum, coberto por abóbada ogival de nervuras, e a Torre do Relógio.
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Dez 08, 2009 8:51 pm

Castelo de Estremoz Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Torre de Menagem estava concluída sob o reinado de D. Fernando de Portugal (1367-1383), por volta de 1370. À época da crise de 1383-1385, o alcaide-mor João Mendes de Vasconcelos, tomou partido por Castela. Foi intimado pela população a abandonar o castelo, que o entregou ao escudeiro Martim Pires em nome do Mestre de Avis. Em 1384, o Condestável D. Nuno Álvares Pereira aqui instalou o seu quartel-general, de onde as forças portuguesas sob seu comando partiriam para dar combate, e vencer, o exército castelhano na batalha dos Atoleiros.

A vila recebeu de D. Manuel I (1495-1521) o Foral Novo (1512).

Quando crise de sucessão de 1580, o Castelo de Estremoz e o seu alcaide-mor permaneceram fiéis a D. António, prior do Crato. Entretanto, as tropas castelhanas sob o comando do duque de Alba invadiram Portugal, vindo a colocar cerco a Estremoz, a única praça alentejana a resistir. Diante da desproporção de forças e das pesadas conseqüências que poderiam advir para a povoação e sua população, o alcaide-mor de Estremoz, almirante D. João de Azevedo, rendeu-se, sendo mantido preso no Castelo de Vila Viçosa.



Da Guerra da Restauração aos nossos dias

Com o advento da Restauração da independência (1640), durante as lutas que se seguiram, Estremoz serviu uma vez mais como quartel-general para as tropas portuguesas. Os seus destacamentos foram decisivos para a vitória portuguesa na batalha das Linhas de Elvas (1659), o mesmo se repetindo quando da batalha do Ameixial (1663) e da batalha de Montes Claros (1665), que colocou fim à Guerra da Restauração. Para tanto, uma comissão composta pelos engenheiros militares João Pascácio Cosmander, Rui Correia Lucas e Jean Gillot foi encarregada pelo Conselho de Guerra de D. João IV de inspecionar as praças de guerra alentejanas, nelas promovendo as obras necessárias (1642).

As defesas de Estremoz e seu castelo foram modernizadas, sob projeto e orientação de Cosmander. Após o seu falecimento 1648, Nicolau de Langres, com o auxílio de Pierre de Saint-Colombe, foi encarregado das obras (1662?), que compreenderam a construção de quatro baluartes, dois meios-baluartes e um revelim, reforçados posteriormente por outras linhas abaluartadas, nomeadamente a da denominada Praça Baixa.

Ainda na época da Restauração e em agradecimento pelas vitórias portuguesas sobre as forças espanholas no Alentejo, a Rainha Regente D.Luísa de Gusmão, mãe de D.Afonso VI, fez transformar em Capela os aposentos em que havia falecido a Rainha Santa Isabel.

No século XVIII, prosseguiram os trabalhos de fortificação, marcados, a partir de 1736 pela reconstrução do antigo Paço Real, requalificado para abrigar os Armazéns de Guerra, com projeto de António Carlos Andreis. Entre 1738 e 1742, no novo e imponente edifício em estilo barroco, D. João V (1706-1750) fundou a Sala de Armas, um dos mais famosos museus de armaria no continente europeu, à época e melhorou bastante a Capela da Rainha Santa Isabel.

No século XIX, auxiliou forças portuguesas sitiadas na Praça-forte de Elvas durante a chamada Guerra das Laranjas (1801), vindo a ser brevemente ocupada por tropas francesas sob o comando do general Kellerman, que a abandonaram em 12 de Julho de 1808, durante a Guerra Peninsular. Poucas décadas mais tarde, durante as Guerras Liberais, forças miguelistas assassinaram 39 liberais que se encontravam detidos nos calabouços de Estremoz.

A paz e a evolução urbana cobraram o seu tributo às defesas de Elvas, tanto às da Idade Média quanto às da Restauração. Como exemplo, para a implantação da estação ferroviária no centro da vila foi demolido um grande troço da muralha norte. Em 17 de Agosto de 1898, uma violenta explosão em um dos paióis de pólvora, causou severos danos à estrutura dos Armazéns de Guerra (antigo Paço Real) e do castelo medieval.

No início do século XX, o conjunto do castelo, das muralhas da vila, a chamada Torre das Couraças e a Capela da Rainha Santa, foi classificado como Monumento Nacional a partir de Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. A ação do poder público só se faria sentir, entretanto, quando uma intervenção de consolidação e conservação foi iniciada pela DGEMN em 1939. O mesmo organismo promoveria trabalhos de reparo nos telhados em 1961. Uma grande intervenção, entretanto, teria lugar entre 1967 e 1988, visando requalificar o espaço dos Armazéns de Guerra (antigo Paço Real), às funções de pousada.

Atualmente, o monumento atende à função turística (a Pousada da Rainha Santa Isabel), cultural (Galeria de Desenho da Câmara Municipal de Estremoz, na antiga Sala de Audiências de D. Dinis) e religiosa (Capela de Santa Isabel).

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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor manuela ribeiro em Sábado Ago 28, 2010 10:37 am

Visita virtual aos nossos Museus e Monumentos

Vale a pena ver.
Quer seja para conhecer ou para relembrar.
Pois é... virtualmente já é possivel visitar em Portugal, Monumentos com a qualidade que podem testemunhar nos links seguintes.

Para ver os interiores, basta ir carregando com o rato na mouge apresentada em todos os Links.

Links directos


Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa



Convento de Cristo - Tomar


Mosteiro da Batalha


Mosteiro de Alcobaça


Links indirectos Depois de entrar na pagina click em visita virtual

Fortaleza de Sagres


Mosteiro Santa Clara Velha - Coimbra


Mosteiro de São Martinho Tibães - Braga


Museu Grão Vasco - Viseu


Museu Nacional do Azulejo - Lisboa


Museu Nacional de Arte Antiga - Lisboa


Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa


Museu Soares Dos Reis - Porto


Palácio Nacional de Mafra


Palácio Nacional de Queluz


Palácio Nacional de Sintra


Torre de Belem - Lisboa
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor Vitor Oliveira em Quinta Set 09, 2010 5:24 pm

O castelo de Castelo de Vide, poderá ter sido reconquistado aos árabes por D. Afonso Henriques, apesar de só por volta de 1232, esta povoação aparecer devidamente referenciada.
A importância deste castelo levou a alguns conflitos, nomeadamente entre os filhos de D. Afonso III, já que este monarca doou o castelo ao infante D. Afonso, que começou a reforçar as suas defesas, acto que seu irmão, o rei D. Dinis, achou suspeito, pelo que cercou o castelo e foi a intervenção do reino de Aragão que pôs fim à contenda.
D. Afonso IV, em 1327, conforme inscrição sobre uma das portas, mandou reforçar as defesas do castelo e sob o reinado de D. Fernando, é entregue à Ordem de Avis.
À semelhança de muitas outras fortalezas, durante a Guerra da Restauração, depois de 1640, foram-lhe introduzidas alterações para a utilização de artilharia. Alguns anos depois é alargada a sua estrutura defensiva e construído o Forte de São Roque.
As guerras com Espanha e as invasões francesas, causaram grandes danos e esta posição militar foi desactivada. O castelo está classificado como Monumento Nacional, conserva as muralhas e torres, a Torre de Menagem e no exterior existem ainda parte das muralhas da vila e os edifícios dos aquartelamentos.


Vídeo de VITOR OLIVEIRA
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Re: CASTELOS e outros MONUMENTOS PORTUGUESES

Mensagempor aferreira em Domingo Fev 13, 2011 6:33 pm

Castelo da Lousã Imagem (Castelo de Arouce)

Data de 943 um contrato realizado entre Zuleima Abaiud e o Abade Mestúlio do Mosteiro de Lorvão onde, pela primeira vez, nos aparece o topónimo ARAUZ, que designa a povoação mais importante dessa altura em toda a região, e que se localizava junto ao morro onde se levantaria, mais tarde, o Castelo de Arouce. O nome do contratante deixa entender que se tratava de um moçárabe, um cristão a viver no "mundo muçulmano", do qual adoptara grande parte da maneira de ser e até do próprio nome. Lembremos que Coimbra era, nesse tempo, bem como seria ainda nos dois séculos seguintes, um importantíssimo centro moçárabe, com uma cultura viva e uma actividade económica bem mais desenvolvida que a das outras povoações a norte do actual território português.

Castelo da Lousã e Ermidas da Nª Srª dos RemédiosSe o castelo já existia no tempo da dominação muçulmana é algo que não podemos garantir, só havendo em apoio dessa teoria a tradição popular, uma bela e curiosa lenda, mas não menos inverosímil.

A lenda da origem da Lousã faz-nos viajar até ao tempo longínquo da dominação muçulmana, quando um rei ou um emir de nome Arunce teria fundado o castelo para proteger a sua bela filha Peralta, enquanto ele se encontrasse em campanha no Norte de África ou aí se deslocasse, a buscar reforços contra as tropas cristãs que, mais e mais, faziam cerco às terras maometanas. Seria em memória deste fantástico rei que o castelo e povoação se passaram a chamar Arouce.
Imagem Sem dúvida que a fundação do castelo ou, pelo menos, profunda reforma deste, se deve ao alvazil D. Sesnando, o moçárabe de Tentúgal educado em Córdova, o companheiro do Cid Campeador, que Fernando Magno colocou à cabeça da região de Coimbra, definitivamente reconquistada em 1064.

A ele ficamos a dever, não só a pacificação do território e a sua defesa, mas também e principalmente a sua profunda reorganização, na qual se incluiu a construção ou reconstrução de diversos castelos, como o de Coimbra, e ainda os de Montemor-o-Velho, Penela, Penacova e naturalmente o da Lousã/Arouce.

Imagem Com a verdadeira fronteira entre a Cristandade e o Islão no Rio Mondego, até 1147, ano da conquista de Santarém e Lisboa, era natural que o jovem rei tivesse demonstrado grande preocupação em edificar ou reactivar pequenos castelos em lugares-chave como era o da implantação de Arouce. No foral que concedeu a Miranda do Corvo, no ano de 1136, já alude claramente à existência do castelo de Arouce, a que o fundador da Nacionalidade dará também carta de foral algum tempo depois, concretamente em 1151. Imagem Porém, em 1160, num outro documento régio, já se alude à Lousã independentemente de Arouce, bem como a Vilarinho, o que prova que a bacia lousanense e a escarpa de Arouce com o seu castelo eram realidades bem distintas. Como antes foi referido, com a pacificação de D. Sesnando, aquilo que pensamos ter sido uma vila romana voltou a ter vida própria e atrair as populações que já podiam viver em campo aberto, longe dos muros do castelo. Imagem A Lousã, durante a Idade Média, continuou a prosperar e, como tantas outras terras do reino, viu o seu velho foral confirmado em tempo de governo de D. Afonso II, conjunto de normas, privilégios e deveres que estariam em vigor até aos alvores do Mundo Moderno pois só em 1513 viria a ser revogado com a entrada a 25 de Outubro desse ano, de nova carta dada por D. Manuel I.

Fonte:
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