CULTURA ANGOLANA

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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Ago 12, 2009 3:37 am

Banda Movimento ganhou um prémio
11 de Agosto, 2009 Tamanho da letra Enviar Enviar artigo por E-Mail
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Integrantes do conjunto da RNA

Fotografia: Jornal de Angola
A Banda Movimento, da Rádio Nacional de Angola, e o historiador Simão Soundoula foram sexta-feira distinguidos em Brazzaville, no Festival Panafricano de Música.
A cerimónia aconteceu no estádio Félix Eboue, de Brazzaville, durante a gala de encerramento, em acto presidido pelo primeiro-ministro congolês, Isidore Mvouba, na presença de vários membros do governo, parlamentares e do corpo diplomático. O cantor da República Democrática do Congo, Tabu Ley “Rochereau” foi homenageado.
Quanto aos prémios do sétimo festival, foram contemplados a Banda Movimento de Angola, Choisie, do Congo, Bibiane Sadey, dos Camarões, Cheb Tarik, da Argélia, Ismaïlia, do Egipto, Oumou Soungaré, do Mali, e Roga Roga, do Congo Brazzaville.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor joana gonçalves em Quarta Ago 12, 2009 6:12 am

Imagem
A estatueta designada pensador é uma das mais belas esculturas de origem tchokwe, constituindo hoje o referencial da cultura inerente a todos angolanos, visto tratar-se do símbolo da cultura nacional.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Ago 14, 2009 1:42 am

Obra literária
Apresentado dicionário de provérbios Kikongo

Luanda – O mercado linguístico e literário angolano conta desde hoje com um dicionário de provérbios escritos na língua nacional kikongo, de autoria do escritor angolano Emanuel Kunzila, trazido às bancas pela Editorial Nzila.



O trabalho tem 358 páginas e contém mil e 50 provérbios, traduzidos e explicados em português, francês e inglês.



Comercializado a três mil e 500 kwanzas, o dicionário teve uma tiragem de cinco mil exemplares e tem dois volumes, sendo o primeiro da letra A a L e o segundo de M a Z.



De acordo com o vice-ministro da Educação para a Reforma Educativa, Pinda Simão,que prefaciou a obra, o mesmo espelha por escrito a extensão e a profundeza destes saberes que qualquer sociedade procura preservar e transmitir às gerações futuras.



Pinda Simão acrescenta que o dicionário, único no seu formato, contém um manancial de sabedoria que bem usado é um instrumento essencial e rico de conhecimento.



Referiu ainda que nesta obra os provérbios em kikongo são a base essencial de comparação que servem apenas para explicar ou esclarecer os sentidos dos primeiros.



“O dicionário de provérbios africanos em kikongo traduzidos e explicados em três línguas, das quais duas fazem parte dos grupos das mais faladas no mundo. Chegou no momento oportuno em que os conhecedores da riqueza da cultura africana têm a obrigação de partilhar os seus saberes ”, acrescenta o vice-ministro.



Emanuel Kunzika, natural da aldeia de kintô, Maquela do Zombo, fez todos os seus estudos na República Democrática do Congo, de 1938 a 1963, quando obtém o certificado de estudos políticos-sociais do instituto de estudo políticos da então Léopoldville, hoje, Kinshasa.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Segunda Ago 17, 2009 1:58 am

Apoio
Emocan realiza actividade músico-cultural de solidariedade

Luanda - O Núcleo de Luanda do Estado Maior de Mobilização para o Campeonato Africano das Nações (Emocan) e o Conselho Provincial da Juventude realizam hoje (sábado) uma actividade músico-cultural de solidariedade e apoio às selecções angolanas de basquetebol e de futebol.

A Angop soube que a actividade músico-cultural de solidariedade à equipa de basquetebol deve-se ao facto desta estar engajada no Afrobasket2009 na Líbia, onde disputa hoje o primeiro lugar e a conquista do décimo título.

Outro objectivo da actividade, com início às 17 horas, é apoiar a selecção angolana de futebol, que está na fase preparatória para o Campeonato Africano das Nações de 2010, a realizar-se em Angola, em Janeiro.

A actividade, a realizar-se na Praça da Família, município do Rangel, contará com músicos, grupos teatrais, desportistas, associações juvenis, ambientalistas e membros da claque de apoio à selecção nacional.

O Estado Maior para a Mobilização e Organização da Claque Angolana (EMOCAN), visando o Campeonato Africano das Nações em Futebol, foi constituído no princípio deste ano.

O Emocan pretende incrementar acções que visem a organização daquela que se pretende que seja uma claque numerosa, organizada e animada de tal modo que se constitua no 12º jogador.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Ago 18, 2009 12:48 am

Literatura
Escritor apresenta obra "Gritos e Penumbras"



Luanda – O escritor angolano Francisco Bussulo vai apresentar nesta terça, no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), em Luanda, a sua primeira obra literária com o titulo “Gritos e Penumbras”, que retrata, entre outras situações, a exclusão social que aflige o mundo.





De 46 páginas, a obra, de estilo poético, do escritor com o pseudónimo "Bussulo Dolivro", abarca uma dimensão multiforme sobre aspectos ligados à sociedade, política e cultura, além de conflitos religiosos.





Em entrevista à Angop, a propósito da cerimónia de lançamento, de terça-feira, Bussulo Dolivro indicou que a obra, a ser vendida ao preço de Akz 700, carrega esta dimensão multiforme, porque, na sua maioria, resulta da submissão social e laboral.





Francisco Bussulo explicou que a sua obra procura, também, descrever aspectos que ajudam a criatividade juvenil e da sociedade, de um modo geral, porque os jovens têm se preocupado muito com teorias muito equidistantes daquilo que é a realidade contemporânea.





Por isso, apela aos escritores jovens a procurarem escrever não só sobre amor, pois, as sociedades não carecem apenas deste factor elementar, mas sim, que se fale das aflições actuais, tais como a perca de valores morais ou culturais”.




Publicado pela Soletrar Editora, esta edição comporta mil exemplares a serem comercializados, maioritariamente, em Luanda.





Francisco Bussulo nasceu na cidade do Kuito, província do Bié, onde frequentou o ensino primário, em escolas missionárias Católicas e o segundo e terceiro níveis na missão protestante local.



Em 2006 ingressou no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), onde é bacharel em história.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Ago 19, 2009 1:05 am

Óscar Ribas deixou um valioso legado literário
António Bequengue | - 18 de Agosto, 2009 Tamanho da letra Enviar Enviar artigo por E-Mail
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Ministra da Cultura pede maior divulgação do legado deixado por Óscar Ribas

Fotografia: Rogério Tuti
A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, disse ontem, em Luanda, que o escritor e ensaísta angolano Óscar Ribas deixou um valioso legado literário, que remete todos a uma profunda reflexão e à acção para as variadas missões que competem ao seu pelouro.
Discursando ontem na cerimónia de abertura da conferência internacional sobre a vida e obra de Óscar Ribas, que decorre até amanhã no Palácio dos Congressos, em Luanda, Rosa Cruz e Silva sublinhou que a homenagem ao escritor visa não apagar o registo do centenário do seu nascimento, ontem comemorado.
“Estamos gratos à equipa que propôs a celebração deste centenário, e ainda aos que acreditaram que era necessário, urgente e se emprenharam para a sua materialização”, disse a ministra da Cultura, acrescentando que os objectivos que os animaram a empreender a iniciativa retornam aos ideias de um escritor a quem muito devemos para a edificação da nossa literatura nacional”.
Rosa Cruz e Silva sublinhou que Joaquim Dias Cordeiro da Matta, reconhecendo a importância de uma literatura oral pujante que emanava do seu kimbundo, elabora a teoria da literatura. Realçou que do seu pensamento sobre a matéria, quando recorre a Gonçalves de Magalhães, para a caracterização da literatura de um povo, “é o desenvolvimento do que ele tem de mais sublime nas ideias, de mais filosófico no pensamento, de mais heróico na moral e de mais belo na natureza”.
A ministra da Cultura caracterizou Óscar Ribas como sendo o homem que enfrentou adversidades de vária ordem para se dedicar a escrita literária e contribuir, deste modo, para a elevação do actual momento literário nacional.
“Continuador fiel de Matta, com a sua pena prossegue a tarefa da recolha das tradições, seja para a produção literária propriamente dita, seja para o trabalho científico do investigador que lhe impelia a etonologia, a linguística, e traz à luz do dia uma vasta obra que o notabiliza”, disse a governante.
Sobre o legado de Óscar Ribas, Rosa Cruz e Silva destacou as obras “Ilundo”, “Missosso” I, II e III, “Alimentação regional angolana”, “Tudo isto aconteceu”, “Cultuando as nossas musas”, “Resgate de uma falta”, “Ecos da minha terra”, “Sunguilando”, “Uanga”, “Izomba–Associativismo e recreio”, “Quilandukilo”, “Nuvens que passam” e “Com flores e espinhos”.

Citação

Citando algumas notas elogiosas da autoria de Orlando de Albuquerque, dadas à estampa em 1973 no Jornal de Benguela, a propósito da publicação do livro “Quilandukilo”, afirmou que “não há quem não conheça Óscar Ribas, mas paradoxalmente, poderíamos dizer, sem receio, que ele é o grande desconhecido entre nós”.
Afirmou ainda que o escritor é autor de uma vasta e profunda obra, mergulha bem no fundo das raízes da nossa terra. “Não há dela, entretanto, o conhecimento que merece e que o seu valor exige. Alguém jamais se debruçou sobre ela, num atento exame ao valiosíssimo material social e humano que encerra, porque a obra de Óscar Ribas é funda e potencialmente criadora, pelo que pode e deve ser origem de novas e outras obras, novos estudos, novos caminhos do conhecimento humano”.

Reedição

Rosa Cruz e Silva anunciou que no âmbito das celebrações do centenário de Óscar Ribas, o Ministério da Cultura decidiu reeditar a obra completa do escritor para que se possa de facto conhecer “a profundidade do nosso agir social e toda a humanidade que a mesma encerra, para que se multiplique o interesse no estudo destas obras que são efectivamente o repositório de um património vasto que conforma a angolanidade que nos diferencia e defende de todos os ventos da globalização”.
A ministra da Cultura frisou que a conferência internacional sobre a vida e obra de Óscar Ribas foi idealizada e programada há um ano, tendo no entanto agradecido à família do homenageado que, desde a primeira hora, se disponibilizou a acompanhar a distinção.
Os agradecimentos foram extensivos aos investigadores nacionais e estrangeiros da obra do escritor, aos escritores, aos artistas, criadores, actores e professores, alguns de institutos e universidades do país, no desenvolvimento de palestras, exibição de peças de teatro onde se reproduzia em cena algumas das obras de Óscar Ribas.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Ago 21, 2009 12:09 am

Literatura
Domingas Econgo apresenta " Como se viver fosse assim"

Luanda – A escritora angolana Domingas Econgo de Almeida apresentou hoje, em Luanda, a sua primeira obra antológica de contos, intitulada “Como Se Viver Fosse Assim”.

A obra apresentada on-line na União dos Escritores Angolanos (UEA) é uma selecção de alguns factos históricos do país no período pós independência.

Inspirada num dos contos que faz parte da antologia “Falsa Recordações”, a obra comporta 312 páginas num total de 40 contos de 17 escritores angolanos.

Segundo a autora, a colectânea atende os sectores escolares nos seus diversos níveis apesar de não serem de leitura obrigatória no curríc ulo escolar.

Domingas Econgo referiu que a opção de proceder ao lançamento on-line deve-se ao facto deste acto ser “inovador” e poder levar a literatura angolana além fronteira de forma rápida.

"Como se Viver Fosse Assim" já se encontra disponível no site da UEA, visitado por mais de um milhão de internautas, onde existem também outras antologias.

De acordo com a autora, o lançamento da obra impressa será feito no mês de Setembro deste ano no encontro Internacional de Literatura, a ter lugar na Baía (Brasil).

Domingas Econgo de Almeida, nasceu em Luanda aos 26 de Abril de 1984.

É finalista do curso de Línguas e Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras e Ciência Sociais da Universidade Agostinho Neto e coordenadora do concurso de escrita “Quem Me Dera Ser Onda”, promovido pela UEA.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor elsa freitas em Sexta Ago 21, 2009 7:06 pm

Texto escrito e lido pela Ondina Teixeira
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Domingo Ago 23, 2009 1:37 am

Homenagem
Grupo infantil realiza "Tarde cultural" para homenagear Teta Lando



Luanda - Um acto cultural denominado “Tarde da Carapinha” para homenagear o cantor Teta Lando foi realizado hoje (sábado) pelo grupo infantil as Ladissas, no município da Maianga, em Luanda.




Em declarações a Angop, o responsável do grupo infantil, Ministério da Fé, referiu que o objectivo da tarde cultural é, para além de homenagear o músico, dar oportunidade as crianças presentes no acto a demonstrarem as suas habilidades.



Segundo o responsável das Ladissas, existem crianças com muita criatividade e que não encontram espaço para exprimir os seu talento ou de participar em actos recreativos e culturais.



No acto, que decorreu no campo polivalente adjacente ao Instituto Médio de Economia, aproximadamente 200 crianças assistiram a exibição de teatro, capoeira, e um coral infantil, que entoou as músicas do cantor Teta Lando.



As crianças puderam ainda assistir a um desfile de moda denominado “ Carapinha dura”, em que as participantes exibiram-se com roupas africanas, jogral, dança coreográfica e declamação de poesias.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Domingo Ago 23, 2009 1:38 am

Campanha
Teatro para sensibilização comunitária prossegue este final de semana





Luanda - O programa de sensibilização comunitária, que visa alertar a população sobre a necessidade de preservar os bens públicos, prosseguiu hoje (sábado) em vários municípios da capital do país, Luanda, com a participação de 10 grupo teatrais.



A Angop soube que os grupos exibiram-se, com o mesmo propósito, nos municípios da Maianga, Cazenga, Rangel, Samba, Sambizanga, Kilamba Kiaxi, Ingombota, Cacuaco e Viana.



Estiveram em exibição os grupos Etu-Lene, Enigma Teatro, Ana Nguzu, Amor a Arte, Henrique Arte, Dikamba Dya Muenho, Gesta Arte e Letra, Africa Teatro, Luz Verde e a dupla Sidónio e Lembinha.



O programa de sensibilização comunitária, uma co- realização do Governo da Província de Luanda e da Direcção Provincial da Cultura tem também como objectivo a sensibilização das comunidades sobre as vantagens de conservar os bens e equipamentos públicos.



A necessidade do saneamento básico, tratamento e acondicionamento de resíduos sólidos, higiene, civismo, violência contra criança e construções anárquicas, tem sido temas das peças de teatro para sensibilizar a população.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Domingo Ago 23, 2009 1:38 am

Cultura
Intercâmbio Brasil-Angola junta literatura e música em evento de arte


Luanda – O embaixador da República Federal do Brasil em Angola, Afonso Cardoso, considerou hoje, em Luanda, importante o intercâmbio cultural entre o seu país e Angola, tendo em conta a associação de artistas nas modalidades de poesias e
música.



Em declarações à Angop, à margem de um encontro cultural Brasil-Angola, Afonso Cardoso disse que este evento mostra e propicia oportunidades aos angolanos e brasileiros de unir e fortalecer o que há de comum entre ambas.



“Muitas vezes nestes encontros as pessoas descobrem alguma coisa presente em si mesmo, e como a arte é essencial para que um povo tenha a sua identidade ou progressão, é importante que haja sempre uma exploração das oportunidades de se conhecer melhor as culturas”, salientou.



De acordo com o embaixador, colisões culturais como esta devem e serão sempre desenvolvidas, sublinhando que a embaixada do Brasil tem vindo a realizar, com vários agentes culturais angolanos, acontecimentos artísticos por forma à contribuir na difusão cultural brasileira entre os jovens angolanos.



“Todos estes conjuntos e associações são apenas um começo a serem seguidos e multiplicados”, salientou, frisando que os angolanos que foram para o Brasil durante vários séculos e seus descendentes criaram hoje a grande simbiose que existe entre os povos, que não resume-se apenas nos hábitos alimentares e músicas, mas em diversos aspectos.



“Quando olhamos para o Brasil encontramos palavras bantus, alimentos e ritmos angolanos , sendo por isso necessário que se descubram as similaridades que existem”.



Durante o encontro Cultural Brasil-Angola foram declamadas, ao som da música dos dois países, poesias dos escritores brasileiros Castro Alves, Vinícius de Morais e Carlos Drumond de Andrade, além das poesias dos escritores angolanos Agostinho Neto e Alda Lara.



Foi ainda realizado durante o evento uma “Mesa bicuda” sobre o movimento musical brasileiro Bossa Nova, que teve como palestrante o pelo embaixador do Brasil.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Ago 25, 2009 12:36 am

Cultura
Feira da música e da leitura deve ser expandida às comunidades

Angop

Governadora aconselha à expansão da feira às comunidades luandenses

Luanda - A feira da música e da leitura deve ser expandida às comunidades periféricas da capital angolana, como forma de garantir que o livro chegue a todos os leitores a preços acessíveis, defendeu hoje, segunda-feira, a governadora de Luanda, Francisca do Espírito Santo.

Falando no acto de abertura do certame, que decorre até o dia 30 deste mês no Centro de Formação de Jornalistas (Cefojor), a governadora reconhece que desta forma se estará a contribuir para o aumento do gosto pela leitura, bem como proporcionar aos leitores residentes na periferia o acesso ao livro.

“Jovens e crianças devem ter a oportunidade, com a maior regularidade possível de comprarem livros e outros artigos audiovisuais, no sentido de aumentarem os seus conhecimentos académicos e do mundo das artes”, disse.

De acordo com a governadora, a realização de actividades do género não é e nem deve ser uma tarefa exclusiva do estado, sendo, portanto, aberta a todos os cidadãos que tenham condições para tal. “É uma tarefa que deve ser levada a cabo por todos os angolanos, porque desta forma estaremos a contribuir para a criação do gosto à leitura nos jovens e crianças”, asseverou.

Para ela, ao levar-se o livro à periferia, se estará a contribuir para o aumento do número de leitores, tornando-os em pessoas informadas e bem formadas.

Francisca do Espírito Santo advogou ainda a necessidade de se criarem bibliotecas nas comunidades, para que os seus habitantes possam interagir com o livro e outros meios audiovisuais.

“Onde há uma comunidade deve ter uma biblioteca. Ao pensarmos na expansão da cidade de Luanda devemos igualmente pensar na criação de espaços onde os jovens e crianças possam ter um livro ou um disco à disposição”, afirmou.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Ago 25, 2009 12:37 am

Cultura
Feira é uma oportunidade de interacção entre autores e público

Angop

Agentes culturais apontam à feira como um espaço de interacção com o público

Luanda - Agentes culturais presentes na feira da música e da leitura afirmaram hoje, segunda-feira, em Luanda, que o evento é uma oportunidade de interacção entre público leitor e amantes da música, além de servir como um espaço de divulgação do produto cultural.

Em declarações à Angop, alguns expositores afirmaram que até ao dia 30 deste mês, escritores e músicos terão a ocasião de trocarem experiências, bem como conviverem com os fãs, dando-lhes o privilégio de passarem alguns momentos agradáveis.

Segundo Zé Armindo, responsável da editora MultiSons, a partir do evento, estudantes, docentes e outros agentes culturais poderão comprar o material que necessitam a um preço baixo.

“É uma forma de cada podermos partilhar a nossa experiência com os demais e também contribuir para que cresça e se incentive o gosto pela leitura. Aqui temos tudo, desde música nacional e internacional e livros de autores angolanos e estrangeiros”, frisou.

Opinião idêntica é partilhada pelo escritor John Bella, que realça o facto do evento surgir numa altura em que se faz notar a realização de feiras onde estejam em referência obras de autores angolanos.

O escritor adianta que público e leitores podem manifestar, a partir de actividades do género, as suas tendências para o mundo das artes.

A feira é uma oportunidade ímpar, de convívio e intercâmbio cultural, abrindo oportunidades comerciais entre editores, livreiros, alfarrabistas nacionais e estrangeiros, que pretendam divulgar trabalhos nos diferentes géneros e estilos.

Trata-se de um projecto cultural de apoio à globalidade das manifestações musicais angolanas e internacionais, de promoção e aumento dos hábitos de leitura e do debate à volta das questões ligadas à produção do livro, do disco e artes do espectác ulo.

A decorrer sob o lema “Criar novos factos culturais”, o evento conta com expositores nacionais e estrangeiros e conhece algumas inovações, como ciclos de palestras, debates, recitais de poesias, concertos, projecção de cinema em DVD, teatro e lançamentos de livros.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Ago 26, 2009 3:04 am

Cinema
Ministra encoraja agentes culturais a unirem-se na promoção de casas de exibição



Luanda - A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, solicitou hoje, em Luanda, que os agentes culturais unam esforços tendentes à recuperação e consequente mudança da imagem das casas de exibição de filmes no pais.




Falando no acto de apresentação da segunda edição do Festival Internacional de Cinema de Luanda (FicLuanda), a ter lugar de 20 a 27 de Novembro, nesta cidade, afirmou que unidos poderão ultrapassar a crise e dar ao sector uma outra imagem, proporcionando aos frequentadores maior e melhor comunidade.



"A área de exibição de cinema deve trabalhar em parceria para a melhoria da imagem das casas de cinema do pais", disse.



Disse pretender, com esse alerta, propiciar a reabilitação das casas danificadas ou completamente destruídas. “Vamos juntar esforços para termos casas de cinema condignas e em condições adequadas para receber os cinéfilos”, frisou.



O Festival Internacional de Cinema de Luanda é generalista, dedicado aos filmes de longa e curta-metragem de ficção e documentários, podendo, no entanto, albergar outros géneros cinematográficos.



O evento subdivide-se em secções competitivas, não competitivas e outras actividades paralelas.



São secções competitivas: competição oficial de longa-metragem de ficção, competição oficial de curta-metragem de ficção e competição oficial de documentários. As não competitivas referem-se às retrospectivas de autores ou cinematografias, homenagens e temáticas.



Os principais prémios a serem atribuídos pelo júri das secções competitivas no FICLuanda, constituído por cinco elementos, são:



Prémio de Melhor Longa-metragem de ficção, Prémio de Melhor Curta-metragem de ficção, Prémio de Melhor Documentário e Prémio Cidade de Luanda.
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Re: CULTURA ANGOLANA

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Ago 27, 2009 2:13 am

Benguela
Isidro Sanene estreia-se com livro poético



Benguela - "Amor Deixado em Silêncio" é o título da primeira obra literária, em poesia, da autoria do jovem escritor angolano,
Isidro Sanene, de 21 anos, e cujo lançamento no mercado nacional está previsto para Setembro deste ano, em Benguela, em sessão de venda e assinatura de autógrafos.



O autor, que informou hoje, terça-feira, o facto à Angop, em Benguela, manifestou-se regozijado porque vai realizar um sonho, acrescentando que o livro poético chama atenção fundamentalmente da juventude para a necessidade de promover e valorizar mais o mosaico literário angolano.



Segundo ele, da maneira que a criação poética está escrita, prestará um contributo na consciencialização dos adolescentes e jovens para redobrarem os seus esforços na pesquisa quantitativa e qualitativa da literatura para que a sua identidade cultural seja erguida diante do mundo.





O "Amor Deixado em Silêncio", de acordo ainda com o seu autor, está escrito para que se cultive nos corações dos leitores jovens angolanos o desejo de preservarem os valores morais que conduzam ao um amor digno.





Isidro Sanene, que se estreia com esta obra nas lides literárias, nasceu em 1988 em Benguela. É, além de estudante do ensino médio no curso de ciências económicas e jurídicas, artista plástico desde os 15 anos, tendo já confeccionado 23 quadros nos estilos surrealismo, abstractíssimo e técnica mista.





Com 46 páginas, num total de 36 poemas líricos, o livro será publicado com a chancela da editora angolana Kat-Empreendimentos e Consultoria, com sede em Benguela, e sob a égide da colecção Safra Nova.
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