ECONOMIA, INVESTIMENTOS,...

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Mensagempor paulo gonçalves em Segunda Jul 04, 2011 9:22 pm

04-07-2011 17:11

Trocas comerciais
Balança comercial de Angola com a Namíbia é deficitária

Luanda
-
Angola importou da Namíbia, em 2010, bens e serviços no valor de 577 milhões de dólares norte-americanos e exportou no mesmo período produtos avaliados em cerca de USD 300 milhões, disse hoje, segunda-feira, em Luanda, a ministra angolana do Comércio, Maria Idalina Valente.
Segundo declarações da ministra, à margem das Jornadas Económicas Angolano-Namibianas, que decorre de 4 a 8 de Julho, em Luanda, nas relações comerciais entre os dois países, Angola regista um défice no volume de exportações, embora represente um menor peso na balança de exportações da Namíbia.
Maria Idalina Valente realçou que as exportações da Namíbia para Angola continuam a crescer e que até 2008 ficava em quinto lugar na lista de países em que mais aquele país exporta.
Comparando com a China, a governante disse que Angola tem um superâvit na sua balança comercial, porque importa mais do exporta.
De acordo com a titular da pasta do Comércio, nessas jornadas entre Angola e Namíbia pretende-se revitalizar um acordo assinado em 2004 pelos dois países, assim como rever algumas questões comerciais e de investimentos.
"Há interesses de empresários namibianos em investir em Angola e, por outro lado, a Namíbia convida os angolanos a investir lá, assim como a fazerem parcerias", frisou a ministra.
Deu a conhecer também que embora Angola tenha um programa de investimento aberto a todos os países, interessa muito que os empresários namibianos invistam em áreas como agro-indústria, agricultura, energia e construção civil, porque se precisa de adquirir
know-how.
A ministra referiu ainda que Angola tem um grande fluxo de comércio transfronteiriço entre as províncias limítrofes, porque cidadãos angolanos vão à Namíbia procurar serviços de saúde e outros e, por outro lado, salientou a necessidade de se melhorar a agricultura e rentabilizá-la para abastecer as populações da Namíbia, aproveitando os problemas de água para irrigação de plantações que este país tem.
Para além disso, Maria Idalina Valente fez saber que durante esse encontro vão também abordar aspectos relacionados com problemas das alfândegas na província do Cunene, que a parte namibiana está constantemente a queixar-se como sendo muito burocrática.
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Mensagempor anabela em Sexta Jul 29, 2011 5:47 pm

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Mensagempor paulo gonçalves em Terça Ago 09, 2011 5:18 pm

Sector empresarial
Economista defende aposta em pequenas empresas para desenvolvimento de Angola

Luanda
– O consultor económico angolano Fernando Heitor manifestou hoje, em Luanda, a necessidade de uma aposta nas micro, pequenas e médias empresas como forma de relançar o crescimento e desenvolvimento económico, criar empregos e ajudar na melhoria da vida dos cidadãos e do tecido empresarial de Angola.
O economista, que falava à Angop a propósito da aprovação em Julho último da Lei das Micro, Pequenas e Médias Empresas, referiu que depois da entrada em vigor da Lei de Investimentos Privados, cujo valor mínimo para tal é um milhão de dólares norte-americanos, já se impunha a criação daquele diploma legal para regular o sector.
“Já era necessário uma lei que fizesse o enquadramento jurídico das actividades das micro, pequenas e médias empresas, tendo em conta que as de maior porte, por si só, não sobrevivem”, justificou o interlocutor.
Enfatizou que embora as grandes empresas tenham o benefício da economia de escala e usem tecnologias intensivas no processo de produção, criam menos empregos em relação às empresas de pequeno porte.
Referindo-se ainda ao conteúdo da nova lei, mostrou-se céptico relativamente à implementação de incentivos que a mesma prevê para apoiar o empresariado desse segmento.
“Esperemos que as previsões que estão nessa lei sejam implementadas para melhorar o tecido empresarial do país”, disse, mostrando-se reticente quanto à implementação dos incentivos.
A par da Lei de micro, pequenas e médias, cingiu-se também na questão da necessidade de implementação de um sistema de agricultura mecanizada nas zonas rurais com objectivo de se catapultar a agricultura no país.
Para tal, indicou, o Governo tem de apostar de forma séria, incentivando o sector privado a dedicar-se à agricultura, concedendo créditos e seguros agrícolas e formando quadros para o ramo.
Desta forma, a concretização destas apostas contribuiria para o regresso e a fixação das pessoas nas suas zonas de origem, uma coisa que não se faz com medidas administrativas, mas pela via económica, criando lojas, instalando centrais eléctricas, construindo escolas, postos médico e outras condições que atraiam.
No que concerne à formação de quadros, o especialista julga ser urgente Angola encontrar uma maneira de apostar na qualidade em detrimento da quantidade dos quadros, porque somente a qualificação permite o catapultar da economia para o crescimento e desenvolvimento.
“É a qualidade de quadros que vai dar sustentabilidade ao crescimento e desenvolvimento económico. De outro modo, para nada vale a criação de infra-estruturas sem recursos humanos qualificados para administrá-las. Na formação de um técnico médio ou superior deve-se ter em conta a boa formação não apenas para dizer-se que temos quadros", alertou.
“Na formação de um técnico médio ou superior é preciso ter em conta a boa formação não apenas obter números para a estatística. De igual, deve-se preocupar com a formação técnico-profissional, por ser essa uma das áreas que fornece os operários que executam “, frisou.
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Mensagempor paulo gonçalves em Domingo Out 23, 2011 2:08 am

Resenha Económica
Anúncio da projecção do OGE de 2012 sem défice, constitui destaque da semana económica

Luanda
– O anúncio feito pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, segundo o qual o Orçamento Geral do Estado (OGE/2012), principal instrumento de execução das políticas do Governo, prevê receitas e despesas na ordem dos 3,5 triliões de kwanzas e sem défice, constituiu matéria de capa dos últimos sete dias.
“A título de projecção, uma vez que o seu exercício ainda não está concluído, o Orçamento Geral do Estado para 2012 indica um potencial de receitas e despesas aproximadas a 3,5 triliões de kwanzas, sem défice”, disse o Chefe de Estado na abertura do ano legislativo, quando falava sobre o Estado da Nação, na Assembleia Nacional.
Esclareceu que as projecções indicam igualmente uma taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto de 12 porcento, sendo 13,4 porcento do sector petrolífero e 12,5 porcento do sector não petrolífero.
Ainda relativamente aos indicadores macroeconómicos, o Chefe de Estado disse que o Governo estima que a inflação do ano em curso (2011) ficará abaixo dos 12 porcento, projectados no OGE, uma vez que a variação acumulada de Janeiro até Agosto deste ano é de apenas 6,86 porcento, contra 8,4 porcento no período homólogo de 2010.
Salientou que a inflação continua a ser um desafio para Angola, pois depois de anos de descida sustentada, a taxa de inflação subiu seis porcento em 2008, atingindo 13,7 porcento, e cresceu novamente para 14,7 porcento em 2010.
Noutra vertente da sua intervenção, voltada para o sector turístico, disse que os investimentos estimados no sector da Hotelaria e Turismo se elevaram ao equivalente a mais de mil milhões de dólares.
Referiu que, em 2010, se registou um crescimento de 16,1 porcento na chegada de turistas, a oferta hoteleira cresceu para 136 unidades, com uma taxa média de ocupação de 89 porcento.
Segundo o Chefe de Estado, o objectivo do Executivo é atingir, nos próximos dez anos, a fasquia de quatro milhões e meio de turistas e um milhão de postos de trabalho, directos e indirectos.
No sector industrial, em função dos projectos já implementados, pontualizou que Pelo menos 25 mil e 120 postos de trabalho directos foram criados, de 2008 a 2011, no sub-sector da indústria transformadora, fruto da entrada em funcionamento de 750 novas empresas privadas no país.
Explicou que, no período em referência, o sector da Indústria transformadora registou um crescimento médio anual na ordem dos oito (8) porcento, enquanto o investimento privado atingiu cerca de quatro mil milhões de dólares.
Ainda no sector industrial, mas no sub-sector da geologia e minas, disse que projecto de exploração de ferro na província da Huíla, num investimento inicial de 400 milhões de dólares norte-americanos, poderá proporcionar mais de três mil postos de trabalho.
Aclarou que, o investimento, que envolve igualmente o desenvolvimento da indústria metalúrgica e siderúrgica do país, poderá atingir nos próximos anos de dois mil milhões de dólares norte-americanos.
Também foi manchete da semana a realização, pela Sociedade de Investimentos Industriais (Siind) – empresa ligada à Sonangol EP, do “1º Roadshow” visando buscar parcerias para a implantação de 73 unidades fabris na Zona Económica Especial Luanda/Bengo, no âmbito do programa de industrialização do país.
Ao intervir no 1º Roadshow com empresários, o presidente da Comissão Executiva da Sociedade de Investimentos Industriais (Siind), Bravo da Rosa, explicou haver indústrias de exploração de cereais e legumes, avícola, metalomecânica, confecções, galvanização pesada, de casas pré-fabricadas, de reciclagem de resíduos, de vidros, entre outras.
O gestor esclareceu que a Siind, enquanto responsável pela coordenação e gestão das indústrias da Sonangol e a própria petrolífera nacional pretendem parcerias nas vertentes de conhecimentos (know how) e tecnológico com parceiros nacionais e estrangeiros. A realização, em Luanda, do seminário nacional sobre especificidades dos produtos petrolíferos, durante o qual o vice-ministro dos Petróleo, Aníbal Silva, disse que o consumo de produtos petrolíferos no país registou um aumento de 74% no período que vai de 2006 a 2010, também foi notícia de destaque.
De acordo com o governante, que falava na abertura do seminário nacional sobre especificidades dos produtos petrolíferos, em 2006 o país registou um consumo de cerca de 2,19 milhões de toneladas métricas e já em 2010 a quantidade consumida foi de aproximadamente 3, 82 milhões de toneladas.
Afirmou que, com base nos dados do ano de 2010, o produto de maior consumo foi o gasóleo atingindo a cifra de cerca de 1, 98 milhões de toneladas métricas/ano, que correspondem a cerca de 52 porcento do total de consumo. Logo a seguir vem a gasolina com um consumo aproximado a 894 mil toneladas métricas/ano, correspondendo cerca de 23% do total de consumo.
Noutra vertente, disse que a liberalização do mercado de combustíveis no país vai contribuir para o aumento da utilização de produtos petrolíferos em diversos sectores da economia e terá impacto mais visível no sector dos transportes.
Com base nesta apreciação, disse ser fundamental que periodicamente se actualize as especificações dos produtos petrolíferos comercializados no país, para que possam satisfazer as tendências e exigências da indústria de fabricação de automóveis.
O vice-ministro disse ser conveniente que os valores dos principais parâmetros das especificações dos produtos petrolíferos produzidos internamente estejam harmonizados com os comercializados a nível da região da SADC e sem perder de vista as tendências mundiais da indústria de automóveis e de motores para diversos equipamentos.
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Mensagempor paulo gonçalves em Segunda Dez 05, 2011 4:41 pm

05-12-2011 16:55

Indústria
Bié ganha primeira fábrica de equipamento escolar e mobiliário

Kuito
- A Sociedade Africana de Desenvolvimento Comercial e Industrial (Safri) vai inaugurar nesta terça-feira, no município do Kuito (Bié), a primeira fábrica destinada a produção de material escolar e mobiliário de escritório.
De acordo com uma nota de imprensa chegada hoje à Angop, a fábrica vai produzir carteiras e cadeiras escolares, secretárias de escritórios, chapas de cobertura e outras estruturas metálicas.
O empreendimento será inaugurado pelo governador provincial, Álvaro de Boa Vida Neto.
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Mensagempor paulo gonçalves em Terça Dez 06, 2011 4:49 pm

06-12-2011 4:22

Kwanza Norte
Empregues em Kiculungo Kz 189 milhões em projectos de impacto social

Kiculungo
- Cento e 89 milhões de kwanzas foram aplicados, do princípio de Janeiro a presente data, pela Administração Municipal de Kiculungo, província do Kwanza Norte, em vários projectos de investimento público, no quadro da implementação do Programa Municipal Integrado de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza.
A informação foi avançada segunda-feira à Angop, em Kiculungo, pelo administrador municipal, João António Gaspar, revelando que o Programa Municipal Integrado de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza priorizou, este ano, os sectores da educação, saúde, agricultura e energia e águas.
Entre os projectos, o administrador citou a reabilitação de duas residências para a acomodação dos médicos que laboram no hospital local e a construção de três postos de saúde com respectivas residências, destinadas a albergar os enfermeiros.
No sector da educação, João António Gaspar disse terem sido reabilitadas quatro escolas e construída outra, dotada de quatro salas de aulas.
A reposição dos espaços verdes da sede municipal, a reabilitação dos parques de diversão e áreas desportivas, a construção de sistemas de captação de água, bem como a aquisição de duas viaturas de apoio ao hospital municipal e às cooperativas de camponeses, respectivamente, constam ainda dos investimentos, referiu.
Segundo a fonte, a administração de Kiculungo adquiriu dois tractores visando apoiar a actividade das cooperativas e associações de camponeses, três grupos geradores para o fornecimento de electricidade a diferentes comunidades, bem como atribuiu 21 motorizadas às autoridades tradicionais.
Em relação à interacção com a sociedade civil, para a concertação de pontos de vista em favor da promoção do desenvolvimento local, o administrador adiantou que a instituição continua aberta às opiniões e contributo dos seus parceiros sociais e dos cidadãos.
O município de Kiculungo cuja sede dista 180 quilómetros de Ndalatando, capital do Kwanza Norte, conta com uma extensão territorial de 45 quilómetros quadrados e uma população estimada em doze mil, 108 habitantes, distribuídos por 29 aldeias.
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Mensagempor paulo gonçalves em Segunda Dez 12, 2011 9:15 pm

12-12-2011 16:26

Mapess
Criadas 30 micro empresas em Cacuaco

Luanda
Trinta micro empresas foram criadas, este ano, no município do Cacuaco, no âmbito do Programa de Fomento do Auto-emprego, promovido pelo governo, informou hoje, em Luanda, o responsável municipal do Ministério da Administração Pública Emprego e Segurança Social (Mapess), Armando Dombele.
Em declarações à Angop, afirmou que em 2010 existiam no município 14 micro empresas, facto que considera de satisfatório, na medida em que se regista a implementação do Programa de Fomento do Auto-emprego.
Informou que estas empresas permitiram empregar cerca de 201 cidadãos dos 14 aos 45 anos de idade, incluindo alguns desmobilizados do exército nacional, facto que constatou durante 13 visitas de trabalho.
Referiu ainda que o Centro de Empreendedorismo do Kicolo e os quatro pavilhões de artes e ofícios do município matricularam, este ano, mil 770 alunos nos ciclos formativos sucessivos, dos quais 960 do sexo masculino e 810 feminino, nas especialidades de informática, corte e costura, electricidade de baixa tensão, electricidade auto, mecânica de automóveis, pedreiros, alvenaria, agricultura, carpintaria , culinária e decoração.
Em 2011, a representação municipal do Mapess efectuou 647 inscrições de candidatos ao emprego, sendo 559 homens e 88 mulheres, dos quais foram colocados 470, sendo 423 homens e 47 senhoras.
Lamentou o facto de 79 trabalhadores terem sido desvinculados com ou sem observância do que esta estipulado na legislação laboral em vigor no país.
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Re: ECONOMIA, INVESTIMENTOS,...

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Dez 14, 2011 9:43 pm

14-12-2011 19:30

Huambo
Inaugurada primeira agência do Banco Privado Atlântico

Huambo
-
O Banco Privado Atlântico inaugurou, terça-feira, na cidade do Huambo, a sua primeira agência bancária, no quadro do programa de aproximação dos serviços bancários à população e à classe empresarial desta região, para o desenvolvimento económico da província.
O novo centro Atlântico e Empresas, localizado na avenida ex-05 de Outubro, estará aberto de segunda-feira a sexta-feira, das 08 às 15 horas, com uma equipa de profissionais que vão proporcionar um atendimento personalizado aos que procurarem os serviços daquela instituição bancária.
Segundo apurou a Angop no local, a abertura do centro insere-se na estratégia de expansão do banco, que tem por objectivo contribuir integralmente para o desenvolvimento económico e social da província do Huambo, numa acção que será extensiva a outras regiões do país até Dezembro de 2012.
Além desta dependência bancária, a província do Huambo tem agências do BPC, Sol, BFA, Caixa Totta, Milénio, 24 Express, Banc, Fini Banc, Espírito Santo, Banco Keve, BAI, Banco Comercial do Huambo, BIC, algumas com representações nos municípios do interior desta região.
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Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Fev 09, 2012 10:14 pm

09-02-2012 15:49

Namibe
Produzidas mais de 21 mil toneladas de produtos agrícolas

Namibe
vinte e um mil e 745 toneladas de produtos agrícolas foram produzidos na província do Namibe, em 2011, contra as 23 mil e 175,50 toneladas de 2010.
Segundo o chefe de departamento da direcção provincial da Agricultura Mateus Delgado, disse que no período em referencia foram produzidas mil e 185 toneladas de milho, três mil e 141,23 toneladas de cebola, mil e 31 toneladas de mandioca, nove mil e 45 toneladas de tomate, 676 toneladas de batata rena.
No ano em análise, informou, foram lavrados oito mil 909 hectares, dos quais cinco mil 650 hectares para hortícolas, cereais, raízes e tubérculo.
O responsável referiu que no período em referência a produção não atingiu os níveis preconizados devido às chuvas, que se abateram na província.
Disse que no âmbito do programa de extensão do desenvolvimento rural, o governo da província fez a entrega de alguns “in puts” agrícolas (sementes de fruteiras e massango, milho).
"Os produtos agrícolas foram colhidos pelos camponeses e agricultores nos principais pólos de desenvolvimento agrícola da província", realçou.
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Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Mar 21, 2012 5:18 pm

Huíla
Crédito Jovem recebido com agrado no Quipungo

Quipungo-
Sete cooperativas de jovens, dos 15 aos trinta e cinco anos, estão inscritas para o crédito jovem no município de Quipungo, 120 quilómetros a leste do Lubango, sede da província da Huíla, cujas inscrições vão decorrer até ao final deste mes.
Em declarações à Angop o chefe de secção da juventude e desportos no município de Quipungo, Domingos Vitorino dos Anjos, disse que o município já tem sete cooperativas inscritas, para um valor disponível de 500 a 12 mil dólares norte-americanos, com prioridade para os sectores da Agricultura, pecuária, pesca, Indústria, comércio, serviços e actividade artística.
O responsável disse que o objectivo do executivo é retirar os jovens do desemprego, e torná-los empreendedores.
"O executivo está preocupado com os jovens do meio rural, ajudando-nos a combater a fome e a pobreza por várias formas e esta é uma delas, concedendo créditos", ressaltou a fonte.
O jovem José Carlos disse que o crédito é bem-vindo e vai ajuda-lhe a ultrapassar várias dificuldades, como a falta de emprego, criando condições para sustentar a família e os seus estudos.
Quipungo dista 120 km a leste do Lubango, sede provincial da Huíla, e tem uma população estimada em 221 mil e 502 habitantes.
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Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Abr 06, 2012 4:26 pm

[size=150]Huíla
Economista aponta estabilidade cambial como factor de crescimento de Angola

Lubango[/siz
e] - O economista Joaquim Dias dos Santos Neto apontou, terça-feira, no Lubango, província da Huíla, a estabilidade cambial como sendo um factor que incentivou o crescimento económico do país, nos dez anos de paz efectiva em Angola.
Dissertando, durante uma palestra dirigida aos membros das direcções dos comités de acção do MPLA do Lubango, dos núcleos da JMPLA, sobre: "Angola dez anos de paz e de crescimento económico", promovida pelo Comité municipal do partido do Lubango, no âmbito do programa das comemorações do dia da paz a assinalar-se nesta quarta-feira.
Explicou que ao longo destes 10 anos Angola conseguiu uma estabilidade cambial, estando o Kwanza mais forte e estável, mas que apesar desta estabilidade, a inflação continua ser um desafio para o país.
"Em 2002 a taxa cambial era de 105 porcento, em 2003 de 76, em 2004 de 31, em 2005 de 18, em 2006 de 14,7, em 2007 de 11, 8, em 2008, com a crise mundial económica, a taxa elevou-se para 13 porcento, em 2009 de 13,7, em 2010 de 14, 7 porcento, em 2011 de 11,3 porcento e para 2012 estima-se em dez porcento", elucidou.
"A nossa tendência é de ****** cada vez mais, por forma a continuarmos a ter indicadores macroeconómicos que coloquem Angola como uma das economias de rápido crescimento a nível mundial.
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