FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

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FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor tozé em Quarta Jul 08, 2009 7:38 am

FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Alberto Santos em Quinta Jul 23, 2009 7:44 am

uma Figura de Moçamedes
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Bala Negra em Quinta Ago 27, 2009 6:48 pm

"as meninas de Moçamedes
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor anabela em Terça Out 27, 2009 10:50 am

Foto encontrada na net
1969: Selecção de Moçâmedes -
Equipa que ganhou o torneio em Março: Armando Cruz, Sena, Abreu, Helder, Nestor, Fragata, Custódio, Zéquinha Cruz (Actual Governador da Huíla) e Luis do Ó
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor LILI em Sexta Jan 01, 2010 5:21 pm

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Moçâmedes ( Namibe )
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Alberto Santos em Sexta Fev 26, 2010 4:22 pm

Campeão de Angola (1º de quatro Titulos)
Em cima : Treinador - Arménio Jardim / Laurentino Jardim / Heloi Craveiro / Laurindo Couto
Em Baixo : Carlos Brazao (Touro) / Carlos Chalupa / Orlando Santos (Camona)
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Alberto Santos em Sexta Fev 26, 2010 4:22 pm

Em cima : 3 Directores / Laurentino Jardim / Mário António Graúna (Falecido) / Carlos Brazão (Touro) / Treinador : José Adriano Borges (Falecido) -
Em Baixo : Carlos Chalupa / Orlando Santos (Camona) / Laurindo Couto / Raul Jardim (Baía-Falecido) / Heloi Craveiro
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Alberto Santos em Sexta Fev 26, 2010 4:23 pm

Em cima: - Carlos Chalupa / Treinador:José Adriano Borges (Falecido)/ Heloi Craveiro / Laurentino Jardim -
Em Baixo: - Rui Minas / Orlando Santos (Camona)/ Carlos Brazão (Touro)/ Raul Jardim (Baía-Falecido)/ Laurindo Couto
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Alberto Santos em Sexta Fev 26, 2010 4:24 pm

Laurindo Couto / Rui Minas / Carlos Chalupa / Laurentino Jardim / Beto Guedes / Carlos Brazao (Touro) / Heloi Craveiro / Orlando Santos (Camona)
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Ago 11, 2010 6:59 pm

João Pinheiro Chagas, maçon, republicano, condenado e degredado para Mossãmedes (Angola) em 1891
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João Pinheiro Chagas
Nasceu no Rio de Janeiro, a 4 de Setembro de 1865. Escritor, jornalista, panfletário, político e diplomata, pertencera à geração republicana do Ultimatum, combativa e conspiradora. Pertenceu à Maçonaria, tendo sido iniciado em 1896. Colaborou em vários jornais, de entre os quais o `Correio da Noite´, o `Tempo´ , o `Dia´, `A Portuguesa´ (1891), `O Panfleto´ (1894), `A Marselheza´ (1897-1898) e `O Norte´(1906). Fundou `A República´ (1890) e a `República portuguesa´ (1890-1891) e dirigiu `O Paiz´. Conhecido pelos ataques à Monarquia, nas colunas de jornais onde colaborou, foi várias vezes processado e condenado. Implicado na revolta do '31 de Janeiro' (1891) foi condenado e degredado para Moçâmedes. Foge e volta ao Porto onde foi recapturado, regressando após ser amnistiado. Conspira na revolta de 28 de Janeiro de 1908, sendo novamente preso, e envolve-se na preparação do 5 de Outubro. Preside ao primeiro governo constitucional (1911), enfrentando a primeira incursão monárquica, no primeiro aniversário da República. Foi ministro de Portugal em Paris, nomeado logo após a implantação da República, defendendo a aproximação com a França republicana. Durante o governo de Pimenta de Castro demite-se desse lugar, não querendo servir 'ditaduras'. Depois da revolução do '14 de Maio' de 1915 é chamado a formar governo em Maio de 1915, o que não acontece, pois é vítima de um atentado. Regressa a Paris, pugnando sempre pela causa intervencionista na Grande Guerra. Depois de um afastamento durante o sidonismo, fez parte da delegação portuguesa à Conferência de Paz e à Sociedade das Nações e regressou a Paris como Ministro Plenipotenciário (de 1919 a 1923). Faleceu em Lisboa, em 28 de Maio de 1925.

in Fundação Mário Soares
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Ago 11, 2010 7:02 pm

Visita a Mossãmedes (Angola) do Presidente da República, General Óscar Fragoso Carmona: 8 de Agosto de 1938

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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Ago 11, 2010 7:04 pm

Visita a Mossãmedes (Angola) do Presidente da República, General Óscar Fragoso Carmona: 8 de Agosto de 1938
Fotos da nossa utilizadora MARIANJARDIM extraídas de:
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Vejamos o que sobre esta visita nos diz o Boletim da Agência Geral das Colónias : vol xiv : nº 16

8 de Agosto
O «Angola» chega a Mossãmedes às 9 horas precisas.

Notas de reportagem de bordo:
Desde as 9 horas que navegávamos à vista da costa de Moçâmedes. A cidade foi-se pouco a pouco mostrando, com a sua fisionomia de terra de pescadores, branca e graciosa.
Às 10 e 15, no meio duma flotilha composta de mais de trezentas canoas e outras embarcações de pesca, embandeiradas, o «Angola» e o «República» navegavam nas águas da baía. Desses pequenos barcos, e de terra, incessantemente, sobem foguetes no ar. Por cima dos navios que chegam sobrevoam aviões do Aero-clube.

Além, na ponte, formava a tropa. Indígenas dançam. Vêem-se pretos do N’giva, da Namacunda, compondo um soberbo friso de bárbara beleza, quarenta cavaleiros cuanhamas, para os quais foi preparada uma aldeia. Os demais negros, agitam bandeirolas das cores nacionais.

Quanto aos brancos que acudiam a receber o Chefe de Estado, formavam considerável multidão. Além da gente de Moçâmedes, viera povo do Lubango, e doutras partes.

Estavam, por isso, cheias e apresentavam um rumoso e animado aspecto as ruas, todas embandeiradas e engalanadas de arcos e plintos com os escudos como os de Môngua Naulila. Há expectadores até nos telhados, sôbre «marquises». Uma nota comevedora, - aponta um jornalista, é dada pelos antigos colonos da Huíla rodeando a sua bandeira branca que êles amam como um troféu valioso e que ostentam com orgulho. E no meio desses velhinhos, que são um grupo encantador de gente rústica e boa, gente da terra e que para a terra vive, que aqui se fixaram e de que nasceram outras gerações, há dois que, modestamente, como envergonhados ainda de terem sido heróis, ostentam no peito o colar da Torre de Espada do Valor, Lealdade e Mérito. São Wellen Venter e Bernardino Fernandes Fraga, ambos portugueses e a quem a Pátria deve serviços inestimáveis nas campanhas do Sul de Angola.

Das janelas e varandas, pendem vistosas colgaturas. Mais de suzentas embarcações festivamente rodeiam o «Angola».

Às 10 horas da manhã efectuou-se o desembarque do Senhor Carmona. Os navios de guerra «Beira» e «República», que comboiou o «Angola», salvam. DE terra, a foltaleza de D. Fernando dispara os seus canhões antigos e fazem ouvir a sua voz. Estralejam no ar foguetes; estoiram morteiros.

Um quarto de hora depois, via-se acolhido na ponte pelas individualidades principais da província, por muitas senhoras, e uma delegação de colonos da Huila com seus estandantes.

A vereação achava-se sob o arco que simboliza as portas da cidade -descreve um espectador do espectáculo - . O seu presidente faz entrega das chaves ao Senhor Presidente da República, que, amavelmente, pede para as devolver. Novas e vibrantes manifestações, enaunto de cima, do alto do arco, um grupo de crianças gentos deixa cair flores. «Vivas», aclamações, envolvem talbém o Sr. Ministro das Colónias, Governador Geral e Governador da Província. O hino nacional é ouvido em religioso dilêncio. O Senhor Carmona passou em revista a guarda de honra. Segue-se o desfile das Companhias de infantaria indígenas que a constituem e depois organiza-se o cortejo para o Município. Sempre no meio de aclamações - conta o Notícias da Huíla - dirigem-se, sob arcos que ornamentam as ruas, para a Casa da Câmara. Mas o entudiasmo é tanto, que o povo invade as ruas, querendo rodear o Presidente, a que não cessa de saudar vibrantemente. As janelas, engalanadas, estão apinhadas de gentis senhoras. Cai uma chuva de flores. E as senhoras e as meninas não são as que menos mantem o seu júbilo. O friso lindíssimo de crianças das escolas primárias de Mossãmedes e do Lubango, levam num beijo ao Senhor Presidente da República, a saudade de milhares de crianças suas companheiras, nota enternecedora que rasa os olhos de lágrimas de comoção e de ternura. E neste pequeno campo, grande pela vibração e pelo entusiasmo com que milhares e milhares de portugueses prestam a sua homenágem à Pátria, na pessoa do Presidente da República, vivem-se momentos inolvidáveis. E o Senhor General Carmona, figura bondosa bondosa de olhar enternecedor para tudo quanto o rodeia, sentindo bem a vibração sincera das almas em delírio, agradece, sorrindo, sorrindo sempre, emocionado e dominado. A multidão cerca o edifício da Câmra, pois lá dentro não cabem todos, apesar da
sala ser ampla.

O Senhor Presidente da República chegou à Câmara que inaugurou, com a sessão solene, o seu salão nobre. Nas paredes destacam-se os retratos do Chefe do Estado e de Salazar. Os estandartes de todas as edilidades da Província, do Aero Clube, do Gimnásio Atético, do Sporting de Lisboa, do Sporting, da Associação Ferroviária, dos Empregados do Comércio, do Liceu da Huíla, formam no fundo em volta da mesa de honra, onde tomam lugar, entre prolongados «vivas» e aclamações ao Chefe do Estado, o Ministro das Colónias, o Governador Geral, o Governador da Província, e o Presidente da Câmara Municipal.

Fora, em frente do do edifício, a multidão continua a aclamar o Senhor General Carmona. Por isso, antes da sessão começar, viu-se o Chefe do Estado na necessidade de aparecer na varanda com o Sr. Ministro das Colónias. As aclamações redobram de delírio então. Andam no ar capas de estudantes.

Uma vez no salão, o Senhor Presidente da República começa a sessão solene. Tudo quanto a Huíla e Mossãmedes contam de representativo estava presente: convidados, oficiais da Marinha, do Exército, muitas Senhoras. Em cadeiras reservadas no estrado sentam-se as esposas do Sr. General Carmona, Dr. Vieira Machado, Coronel Lopes Mateus, Capitão Ferreira de Carvalho e outras distintas damas, magistrados, vereadores de Câmaras. Preside o Sr. General Óscar Carmona, que tem à direita o Sr. Ministro das Colónias e o Governador da Huíla, e à esquerda o Dr. Governador Geral e o Presidente do Município.

É o Presidente da municipalidade, Sr. Francisco Monteiro do Amaral, quem primeiro usa da palavra.

Disse:

(vidé boletim da agência geral das colónias : vol xiv : nº 162, pgs. 312 a 316)
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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Ago 11, 2010 7:07 pm

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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Ago 11, 2010 7:08 pm

À tarde e à noite, no coreto da Avenida da República, tocou a banda da 1ª C. I.I. O movimento no lindo jardim de Moçâmedes foi enorme.

Notas da reportagem.

São 19 horas. A cidade iluminada e bela. Os edifícios públicos e a Fortaleza de S. Fernando estão iluminado a electricidade. Vêem-se balões a correr pelas ruas. Encosta sobre o palácio está cheia de luz. O jardim público regorgita de gente.

No Clube Nautico e em outras casas dança-se desde as cinco horas da tarde. O entusiasmo é geral e indescritível. Mossãmedes está a dar, com o Lubango, cuja população na maior parte está aqui, um nota de portuguesismo inequecível.

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Re: FOTOS DO NAMIBE - ANTES DE 74

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Ago 11, 2010 7:09 pm

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A nota cativante deste dia, foi a festa infantil que teve por quadro o Jardim Público, à beira mar, oferecida pelo Sr. Presidente da Republica e sua ilustre esposa, sra. D. Maria do Carmo de Fragoso Carmona.

Principiou a festa por um desfile de milhares de crianças de Moçâmedes, Lubango e Huila , - e uma explêndida demonstração do poder de adaptação da nossa gente. Todos aqueles pequeninos eram filhos e até netos de colonos. Lindíssimo espectáculo que arrancou por vezes ardentes palmas à assistência, principalmente ao ser entoado por aquele Portugal de miúdos o hino nacional. Centenas de senhoras presenciaram a festa, tendo algumas delas auxiliado a esposa do Chefe do Estado na distribuição de brinquedos, que dela fez parte.

Depois, o público pequenino sentou-se, em alacre algazarra, às mesas, sobre as quais havia guloseimas em abundância, a encantar os olhos, a alvoraçar o apetite. Terminada a refeição, espalhou-se a pequenada pelo jardim, brincar, até quase ao fim da tarde.
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