LIBERDADE?

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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Out 27, 2009 3:37 am

Xuxa considera o povo angolano "muito educado e hospitaleiro"
Xuxa Meneghel, a cantora e apresentadora do programa “Tv Xuxa”, da Rede Globo, disse ontem, em Luanda, no final da sua visita ao Centro de acolhimento de crianças “ Lar Kuzola”, que o povo angolano é muito “educado e hospitaleiro”.

A chamada “Rainha dos Baixinhos” agradeceu, em entrevista à imprensa, o carinho que recebeu das crianças do “Lar Kuzola” e confessou o receio de que as suas músicas não fossem muito conhecidas no mercado angolano. “ Tinha algum receito quanto às notícia sobre as minhas músicas em Angola. Fiquei surpreendida, porque a realidade é completamente diferente”, disse satisfeita.
Baptizada com o nome Maria da Graça Meneghel, Xuxa disse ter ficado bastante comovida com a realidade do centro e manifestou a esperança de poder dar o seu apoio, através de actividades de carácter filantrópico. “Este é um momento que vou guardar para o resto da minha vida”, disse a artista.
Xuxa admitiu saber muito pouco sobre a cultura e os hábitos dos angolanos, mas garante que recebeu boas informações a partir do Brasil, sobre a característica festiva e alegre dos angolanos. “A minha maior preocupação foi saber se, realmente, seria bem recebida”.
Durante a visita, Xuxa ouviu uma mensagem, lida pelo pequeno João Farias, que agradeceu a visita da apresentadora infantil. As crianças oferecerem um álbum intitulado “As Habilidades das Crianças do Lar Kuzola”, com vários desenhos feito por elas. Houve ainda um momento de poesia.
Xuxa retribuiu o gesto, oferecendo brinquedos às crianças e não resistiu ao som do kuduro. Com os petizes, ela dançou o “domilindro”, durante alguns minutos. A artista veio a Angola com a filha, Sasha, que vai ser a estrela do desfile da marca “O Bicho Comeu”, que chega agora ao mercado africano. Xuxa participa, amanhã à tarde, no Estádio dos Coqueiros, no espectáculo musical denominado “Amizade Angola-Brazil”.
O show será transmitido, em directo, pela Televisão Pública de Angola e pela Globo Internacional (co-organizadores do evento). Xuxa vai dividir o palco com Yuri da Cunha e Maya Cool, cantores angolanos, que, nos anos 80, interpretavam músicas para crianças.
A carreira de Xuxa começou em 1983, no programa “Clube da Criança”, na televisão Rede Manchete. Três anos depois, foi para a Rede Globo, onde se estreou com “Xou da Xuxa”.
Fonte:Jornaldeangola.com
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Domingo Nov 01, 2009 2:56 am

Reunião
Profissionais angolanos na conferência da entidade reguladora para a Comunicação Social

Luanda
- Quadros seniores do Ministério da Comunicação Social e responsáveis de órgãos de informação públicos participam desde terça-feira, em Lisboa, na terceira conferência anual da entidade reguladora para a comunicação social, soube nesta quarta-feira a Angop de fonte oficial.
A conferência, dedicada ao tema “A Comunicação Social num contexto de crise e de mudança de paradigma”, foi estruturada em cinco painéis, destacando-se “O Futuro da Mediasfera. Impacto na Regulação", e "Que modelos de negócio para a comunicação social?".
"Imprensa tablóide, revistas de sociedade e do "coração" e reserva da vida privada", "Televisão Pública e Televisão Comercial: o que as distingue, o que as deve distinguir?" e "Sondagens e Jornalismo. Práticas e boas práticas", são outras temáticas em abordagem no fórum que termina hoje, quarta-feira.
A conferência conta ainda com a presença do Professor Jeffrey Cole, Director do Center for the Digital Future, da USC Annenberg School for Communication dos EUA que fez uma intervenção sobre a evolução da Mediasfera e o seu impacto a nível social, político, económico e regulatório.
Na opinião do investigador Cole, a televisão deverá ser o único meio de comunicação a crescer “dramaticamente” na era digital, graças a sua adaptação às novas plataformas, designadamente às comunicações móveis.
Referiu ainda que nenhum “mass media” tradicional desaparecerá com a nova realidade digital, mas todos eles terão de se adaptar às novas circunstâncias.
Presença notória no encontro de directores de órgãos de comunicação social, proprietários e administradores de grupos de média, jornalistas, representantes de empresas de sondagens e académicos da área das Ciências da Comunicação e Tecnologias de Informação, dos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP).
Entre outras atribuições, compete a esta entidade portuguesa assegurar o respeito pelos direitos e deveres constitucional e legalmente consagrados, como a liberdade de imprensa, o direito à informação, a independência face aos poderes político e económico e o confronto das diversas correntes de opinião.
A entidade reguladora da Comunicação Social de Portugal fiscaliza também o ***primento das normas aplicáveis aos órgãos de Comunicação e conteúdos difundidos e promove o regular e eficaz funcionamento do mercado em que se inserem.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Nov 04, 2009 5:18 pm

Gâmbia
Banjul acolhe conferência sobre direitos humanos em África

Banjul - O Centro Africano para a Democracia e Estudos sobre os Direitos Humanos (ACDHRS) vai organizar, de 07 a 09 de Novembro de 2009 em Banjul, na Gâmbia, uma conferência sobre os direitos humanos em África.
Num comunicado publicado segunda-feira em Banjul, o ACDHRS sublinha que a reunião vai preparar a participação das ONG na 46ª sessão ordinária da Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos (CADHP).
Os participantes discutirão a situação dos refugiados e pessoas deslocadas internas em África, a liberdade de expressão, a situação dos direitos da mulher e das crianças, bem como as eleições em África.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Nov 05, 2009 4:46 pm

05-11-2009 15:19
África
Combate à fome e pobreza promove direitos da mulher

Madrid
- Combater e erradicar a pobreza e a fome são condições necessárias para a verdadeira e efectiva promoção dos direitos da mulher em África, defendeu hoje, quinta-feira, Margarida Adamugi Talapa, em Madrid uma responsável moçambicana.
Margarida Adamugi Talapa, presidente do Gabinete das Mulheres de Moçambique, falava na sessão de abertura de um encontro entre deputadas espanholas e africanas, incluindo de vários países lusófonos, que decorre esta semana na capital espanhola.
Talapa reconheceu as dificuldades com que muitas mulheres se continuam a deparar para fazer avançar os seus direitos humanos, tarefa para a qual o contributo e o apoio da Europa são essenciais.
Acelerar essa luta, para que os direitos das mulheres sejam fortalecidos "criará um mundo melhor para todos", afirmou.
Também Mary Mugyenyi, vice-presidente do Parlamento Panafricano, denunciou a "humilhação e violação" dos direitos das mulheres e das jovens em África onde "práticas aterradoras e muito violentas" se mantém "em nome da cultura e da tradição".
Mugyenyi destacou, por exemplo, práticas "humilhantes" como a mutilação genital que leva mulheres e jovens a situações "dramáticas e violentas".
Inserida na iniciativa "Mulheres por um Mundo Melhor", a reunião que hoje começou em Madrid, e que termina sexta-feira, contará com a presença de mais de uma centena de deputadas de vários países africanos, nomeadamente, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.
O encontro decorre no Congresso de Deputados em Madrid.
Ao longo de dois dias as participantes, entre elas a vice-presidente do Governo espanhol, María Teresa Fernández de la Vega, analisarão temas como o fortalecimento da intervenção das mulheres na vida política.
Legislação e género, combater a violência doméstica e saúde sexual são outros dos temas em debate na reunião que, ao longo de dois dias, analisará ainda o papel da mulher como "protagonista" no desenvolvimento económico.
Falando na abertura do encontro, a vice-presidente do Governo espanhol defendeu que as mulheres africanas devem lutar para liderar uma "mudança social" que lhes garanta "mais liberdade, direitos e igualdade".
"Não há melhor mostra democrática que reunirmo-nos nesta câmara, com parlamentares de diversos países e diversas ideologias, para dizer que na defesa da igualdade e da justiça todos somos uma voz, uma consciência e uma acção", disse.
Para consolidar esse apoio mútuo, disse, é necessário "procurar desenvolver legislação que avance a agenda de género tanto nos parlamentos africanos como europeus".
"Só dando a participação das mulheres em todos os campos e, de forma especial, no campo político, é que se pode fazer frente a desafios como conseguir a paz, lutar contra a SIDA ou garantir educação para todas as crianças", afirmou.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Segunda Nov 09, 2009 3:59 pm

09-11-2009 14:16
Independência
Angola/34 anos: Um desafio político para os angolanos

Luanda
- O 34º aniversário da independência de Angola, a ser assinalado quarta-feira, será marcado por uma profunda reflexão a volta do que os angolanos consideram como um dos maiores desafios políticos.
Trata-se da discussão dos três projectos de constituição em que estarão envolvidos, não só actores políticos como toda a sociedade civil, associações e organizações comunitárias e profissionais, e igrejas.
No meio da euforia de todas as conquistas alcançadas depois da independência, os angolanos são chamados ao debate constitucional que vai reger a vida da Nação.
Um debate público que se pretende para já abrangente e inclusivo, onde cada angolano não deve perder a oportunidade de colocar as suas impressões digitais no texto que constituirá a carta magna.
Num claro gesto de cidadania e participação no processo democrático, homens e mulheres de Angola têm a soberana ocasião de poder prestar a sua contribuição naquilo que será o conjunto de leis, normas e regras do país que regulam e organizam o funcionamento do Estado e que limita poderes e define os direitos e deveres dos cidadãos.
Todos os angolanos, de Cabinda ao Cunene, auguram por uma constituição o mais consensual possível, onde todos se possam rever e que traga efectivamente a estabilidade para Angola.
Tal como a independência e o alcance da paz efectiva, as contribuições para o futuro texto constitucional devem ser vistas como mais uma conquista dos angolanos, uma questão estratégica tendo em conta os objectivos que se pretendem alcançar no domínio da estabilidade política e económica e consequentemente na melhoria das condições de vida dos cidadãos.
A proclamação da independência de Angola, a 11 de Novembro de 1975, trouxe consigo maior responsabilidade para os angolanos. A discussão do texto constitucional deve estar marcado por esta mesma responsabilidade e ocorrer de modo pacífico e estável para que as conquistas conseguidas pelos angolanos não sejam postas em causa.
Continuar a dar mostras de gestos patrióticos, que engrandeçam a democracia no país, deve constituir tarefa de todos os angolanos.
No quadro da calendarização da comissão constitucional, os cidadãos terão um período de debate e de consultas que poderá estender-se até 22 de Dezembro, para que os interessados possam estudar os documentos e remeter as suas contribuições para o devido tratamento.
Além dos três modelos de governação propostos (A - Presidencialista), (B- Semi-presidencialista) e (C- Presidencialista Parlamentar), estão ainda programados debates sobre “constituição social”, “a família na constituição”, “constituição cultural”, “constituição económica”, “constituição judicial”, “constituição e liberdade de religião”, “constituição e administração pública”, bem como “constituição e administração local”.
Para que haja, efectivamente, um debate profícuo todos os mecanismos estão a disposição dos angolanos para que possam oferecer as suas valiosas contribuições.
As línguas nacionais deverão ser um instrumento a ser utilizado para que os cidadãos de todos os estratos sociais possam contribuir com as suas ideias para o enriquecimento deste importante instrumento jurídico.
Entendemos que os meios de comunicação devem jogar um papel pedagógico decisivo neste processo, colocando a Comunicação Social ao serviço da cidadania, através da realização de debates e divulgação de todos os momentos que marcam este processo.
Os jornalistas como actores sociais são chamados a dar a sua contribuição neste processo com a preparação de peças informativas de fácil compreensão para que todas as dúvidas dos cidadãos sejam esclarecidas, contribuindo desta forma para a consolidação da democracia no país.
Angola registou, nestes 34 anos, importantes acontecimentos que pela sua relevância política, económica, social e cultural mobilizaram as atenções da sociedade em geral. São estes mesmos angolanos agora chamados a darem mais uma lição de um debate franco e honesto, potenciando subsídios para uma futura carta magna moderna que sirva também as gerações vindouras.
Apesar de várias conquistas alcançadas no decurso dos 34 anos, aos angolanos esperam ainda grandes desafios como continuar a consolidar a paz, o reforço da democracia, a reconciliação nacional e o crescimento económico sustentável por forma a oferecer às novas gerações um país próspero e desenvolvido.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Nov 10, 2009 2:43 pm

10-11-2009 15:24
Kwanza Sul
Dirigentes apontam independência como principal conquista dos angolanos

Sumbe
– Responsáveis de vários sectores de actividade na província do Kwanza Sul consideraram hoje (terça-feira) o alcance da Independência, a 11 de Novembro de 1975, como um dos principais ganhos do povo angolano pela conquista da liberdade, soberania e paz.
Numa ronda efectuada pela Angop, o director provincial da Agricultura, Mário Huambo, apontou a liberdade como sendo o principal benefício da independência, chamando atenção para a necessidade da sua preservação.
"A independência significa liberdade. Fomos colonizados durante 500 anos e o 11 de Novembro de 1975 mudou o quadro. Felizmente assisti o momento emocionante da sua proclamação, na voz do presidente Agostinho Neto", referiu o responsável, para quem o reconhecimento internacional orgulha os angolanos.
Para si, esta conquista foi completada com o alcance, em 2002, da paz no país.
Segundo ele, é notável a grande diferença em termos de desenvolvimento económico no país, a melhoria da situação social, as vias de comunicação, a formação do homem nas mais variadas áreas do saber, entre outros benefícios.
A mesma opinião é corroborada pelo director provincial da Assistência e Reinserção Social, Bernardo Martins, que considera serem vários os benefícios trazidos pela independência.
Referiu que com o alcance da paz, o povo angolano está a usufruir e a ver os grandes benefícios que a independência trouxe e trará para as futuras gerações.
Angola comemora, a 11 de Novembro de 2009, 34 anos de independência. O acto central da efeméride acontecerá na província do Huambo sob orientação do primeiro-ministro, António Paulo Kassoma, em representação do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Nov 11, 2009 11:59 am

11-11-2009 12:48
Política
Políticos consideram que independência trouxe dignidade e cidadania

Luanda
- Dirigentes de partidos políticos consideraram hoje, em Luanda, que, com a conquista da Independência Nacional, os angolanos ganharam dignidade, soberania, cidadania e liberdade.
Em entrevistas à Angop, no Largo da Independência, durante o acto central das comemorações 11 de Novembro, a nível de província de Luanda, os políticos afirmaram que a independência conferiu aos cidadãos o direito de posse da sua pátria, bem como de dirigir os seus próprios destinos.
Para o vice-presidente do MPLA, Roberto Victor de Almeida, o país está a caminhar para uma era onde o povo pode esperar por dias melhores, devido a evoluções positivas nas esferas económica, política e social.
A secretária nacional da Organização da Mulher Angolana (OMA), Susana Inglês, destacou as transformações de infra-estruturas, formação de quadros em vários níveis, para o bem de todos os angolanos.
Por sua vez, o presidente da FNLA, Ngola Kabango, qualificou como ganhos da independência a preservação da integridade territorial.
“ Estamos em paz há sete anos, agora o que nos resta é ******** as baterias e corrigir os erros para uma vida, cada vez mais, condigna”, frisou.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Nov 13, 2009 4:44 pm

13-11-2009 16:26
Governo
PM quer Constituição moderna, assente na realidade nacional e nos valores universai

Angop
Primeiro-ministro, António Paulo Kassoma
Luanda – O primeiro-ministro, António Paulo Kassoma, declarou hoje, sexta-feira, em Luanda, que deseja uma Constituição moderna, assente na realidade nacional e nos princípios e valores universais, que atenda as perspectivas de desenvolvimento económico e de estabilidade política do país.

Paulo Kassoma discursava na cerimónia de apresentação na Assembleia Nacional do Plano nacional 2010/2011 e do Orçamento Geral do Estado para o próximo ano.
Considera de “capital importância” a aprovação da Nova Constituição da República de Angola.
Espera que seja preparada e aprovada com a mais ampla participação dos cidadãos, como condição essencial e garantia para a estabilidade política, da democracia, marcando o fim da transição constitucional democrática iniciada em 1991.
Segundo Paulo Kassoma, a nova Constituição deverá conter também garantias sobre a inclusão social e a luta contra a pobreza, tornando-as uma prioridade nacional, tal como consta da estratégia de governação do MPLA – partido no poder.
Advogou a evocação dos imperativos morais, ligados à dignidade humana, como de natureza económica, pois, o desenvolvimento sustentável do país exige o envolvimento de todos os seus recursos, em especial o homem, a sua maior riqueza.
Falou da necessidade de, como hoje, uma política de igualdade de direitos no acesso aos recursos, como ao emprego, à habitação, à justiça, à liberdade de expressão e de reunião e aos demais direitos constitucionalmente protegidos, desde que exercidos dentro das normas legais.
O governante pede que igualdade de direitos e oportunidades, entre homens e mulheres, deve traduzir a efectivação de um princípio basilar do Estado democrático e de direito que deve ser absorvido pela acção governativa na protecção dos direitos dos cidadãos.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Nov 17, 2009 3:52 pm

Alemanha
Queda do Muro de Berlim tornou Europa unida, diz embaixador sueco em Angola

Luanda - O embaixador da Suécia em Angola, Bo Emthén, disse hoje em Luanda, que a queda do Muro de Berlim criou condições para o surgimento de uma Europa unida e reduziu as confrontações no mundo, para além de reunificar a Alemanha
.
Bo Emthén que falava à Angop, a propósito do 20º aniversário do derrube do Muro de Berlim, considerou o acontecimento de nove de Novembro de 1989, na Alemanha, como ter simbolizado, “de forma literal e física, o fim da Guerra Fria e traçado uma linha sobre a qual se pode hoje travar um diálogo genuíno e verdadeiro”.
Antes da queda do muro, disse o diplomata sueco, “era difícil criar um mundo seguro e de menos confronto, devido as grandes diferenças ideológicas da época”, uma situação ultrapassada, com a contribuição decisiva da queda do Muro de Berlim.
Para Bo Emthén, o Muro de Berlim deve servir de exemplo para as gerações mais novas, para saberem que, na estabilidade e desenvolvimento dos Estados e povos, não devem ser descurados valores como a unidade, a democracia, a liberdade e o respeito pelos direitos humano.
O Muro de Berlim foi uma barreira física, construída pela ex-República Democrática Alemã (RDA) durante a Guerra Fria e circundava toda a zona da cidade de Berlim Ocidental.
O muro, além de dividir Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos: o dos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos e o constituído por nações marxistas e próximas da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 quilómetros de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para cães de guarda.
O cerco começou a ser derrubado no dia 9 de Novembro de 1989, dando início ao acto final da reunificação das duas Alemanha, e acabar com a divisão do mundo em dois blocos.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Nov 18, 2009 4:48 pm

Reconhecimento
Independência permitiu resgate da dignidade dos angolanos

Luanda - O vice-governador do Zaire, Rogério Eduardo Zabila, disse que o 11 de Novembro de 1975, data da proclamação da independência de Angola, possibilitou o resgate da dignidade dos angolanos.

"Esta data deve ser comemorada de forma bastante expressiva, com muita alegria e satisfação por termos alcançado a nossa liberdade", explicou recentemente à Angop, no Zaire, a proposito do 34º aniversário da independência.
Neste dia, disse o dirigente, os angolanos finalmente se libertaram do jugo colonial ou seja conseguiram assumir o seu próprio destino.
"Muitas das vezes quando se fala da liberdade pode não se ter a noção exacta daquilo que foi o regime colonial, o que levou os angolanos a lutarem", frisou.
Em sua óptica, não foi fácil alcançar a liberdade que vivemos hoje. "Só foi possível graças ao sacrifício de muitos filhos de Angola".
A independência de Angola foi proclamada na madrugada do dia 11 de Novembro de 1975 no Largo da Independência, em Luanda, pelo nacionalista António Agostinho Neto, que se tornou no primeiro Presidente do país.
Você não tem permissão para ver os ficheiros anexados nesta mensagem.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Dez 08, 2009 2:26 am

Congresso
José Eduardo dos Santos diz que herança colonial foi agravada pela guerra

Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos
Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos
Luanda – O Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, reconheceu hoje, em Luanda, que existe uma herança social pesada do colonialismo, que foi agravada pelo longo período de guerra que o país viveu.
Em cada 100 angolanos, cerca de 60 são muito pobres, não conseguem comer normalmente todos os dias, não sabem ler nem escrever, não têm acesso fácil à água potável e aos cuidados primários de saúde, nem casa normal para se abrigar.
O desemprego, o analfabetismo e a pobreza são três problemas muito graves, difíceis de resolver e que atingem principalmente as mulheres e a vida das famílias e das crianças em particular, disse na abertura do VI congresso do MPLA que decorre em Luanda.
Segundo José Eduardo dos Santos, quando terminou a guerra, o Partido orientou o governo a priorizar a resolução dos problemas das pessoas deslocadas, a reinserção social dos ex-militares e a reabilitação das vias de comunicação e pontes para chegarmos a todos os pontos do país. O povo colaborou.
"Agora os esforços do Partido e de toda a sociedade e uma grande parte dos recursos do país devem ser canalizados para a eliminação progressiva da pobreza, da fome, do analfabetismo e do desemprego", referiu.
Disse que a criança deve ser a primeira a beneficiar deste empenho. Um bom investimento na formação e bem-estar da criança é a garantia de um futuro melhor para Angola
Endereçou uma palavra de apreço e reconhecimento aos Antigos Combatentes, aos Oficiais, Sargentos, Soldados e Agentes das Forças Armadas e Policiais, que defenderam com coragem e sacrifício a nossa Independência e a integridade do território nacional e criaram as condições para que conquistássemos a paz e a liberdade
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Dez 17, 2009 5:11 am

Propósito
Presidente interino da FNLA quer recuperar tempo e espaço perdido


Luanda
– O presidente interino da FNLA, Lucas Benghy Ngonda, manifestou hoje, quarta-feira, em Luanda, a sua disposição em trabalhar para recuperar o tempo e o espaço perdido durante o periodo de crise que assolou a sua formação política.
O Político fez esta afirmação na abertura da V reunião ordinária do Comité Central da FNLA que decorre de 16 a 17 do corrente mês em Luanda, frisando este deve ser o sentido patriotico de todo o militante desta agremiação partidária, estando a sua luta virada para o seu engradecimento.
Lucas Ngonda frisou que uma vez liberto o país do jugo colonial todos devem estar unidos para servir os superiores interesses da Nação.
“Apesar de tudo quanto temos vivido nos últimos tempos não devemos perder de vista a vontade geral e devemos continuar a trabalhar de braços abertos, como peregrinos sempre em busca da unidade do partido", reforçou.
Segundo o político, os militantes da FNLA sabem que é na união que se ganham as grandes batalhas e estão certos de que aqueles que sempre estiveram nas trincheiras da luta para a libertação do "Homem Angolano" não podem furtar-se às suas responsabilidades.
Para ele, esta é uma oportunidade magistral para a reorganização do partido, pedindo o empenho na reestruturação do partido e dar uma outra forma de trabalhar e transformá-lo numa organização moderna e preparada para os desafios dos tempos actuais.
“Esta reorganização passa pela mobilização geral dos nossos militantes a irem de porta a porta na conquista de novos aderentes à causa que FNLA: a liberdade, a justiça e o bem-estar. Mas para que isso aconteça necessitamos de ter dirigentes credíveis, responsáveis e capazes de projectar uma boa imagem do partido”, destacou.
Realçou que ”a FNLA é um partido nacional, não podendo aceitar que pessoas irresponsáveis e oportunistas apareçam publicamente com instruções graves para aprofundar as divisões internas, opondo os militantes uns contra outros, a fim de servir interesses estranhos ao partido”.
Lucas Benghy Ngonda apelou ao combate ao tribalismo, regionalismo e outras formas de discriminação com a mesma determinação que lutaram contra o colonialismo português.
O CC da FNLA reune pela primeira vez desde que o Tribunal Constitucional decidiu pôr fim ao conflito resultante de incompreensões e falta de visão em relação a liderança do partido.
Fazem parte da reunião ordinária do Comité Central 178 membros, havendo 99 ausências injustificadas e 13 justificadas.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Dez 18, 2009 2:51 am

Moxico
Segundo comandante da Região Militar Leste enaltece feitos do Exército


Luena
- O segundo comandante da Região Militar Leste, das Forças Armadas Angolanas (FAA), tenente general António Rodrigues "Itembe", enalteceu hoje, quinta-feira, no Luena (Moxico), os feitos do Exército na garantia da independência nacional, integridade territorial, liberdade e segurança das populações.
Falando no acto político que marcou os 17 anos da fundação deste ramo das FAA, o general explicou que durante a sua existência estas forças terrestres mantiveram a prontidão contra qualquer agressão externa.
Aos efectivos militares, o general apelou maior vigilância para a defesa dos interesses da nação.
Presenciaram o acto, oficiais generais e superiores das FAA, oficiais comissários da Polícia Nacional, membros do Governo da local e convidados.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Dez 29, 2009 3:17 am

Cunene
Cidadãos detidos por tentativa de travessia ilegal na fronteira com a Namíbia


Ondjiva
– Trinta e cinco cidadãos nacionais e estrangeiros, mais 11 em relação ao período anterior, foram detidos nos últimos sete dias do corrente mês, por tentativa de travessia ilegal da fronteira Angola/Namíbia.
O facto foi avançado nesta segunda-feira à Angop pelo porta-voz do Comando Provincial da Polícia Nacional *****nene, superintendente Carlos dos Santos, referindo que a detenção deste número de cidadãos é fruto de 13 violações apeadas e duas com viatura ocorridas nos marcos 1,5, 7, 12 e 19.
Sublinhou que dos detidos constam oito namibianos que foram encaminhados ao Serviço de Migração e Estrangeiro *****nene para o devido tratamento, enquanto os cidadãos nacionais após o registo operativo foram postos em liberdade.
Carlos Santos fez saber ainda que durante o período em causa recepcionou-se da população civil, 14 armas de calibres diversos e cinco carregadores no quadro do programa de desarmamento civil em curso no país.
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Re: LIBERDADE?

Mensagempor paulo gonçalves em Segunda Jan 04, 2010 4:27 pm

Uíge
Enaltecida maturidade do Chefe de Estado na abordagem da expulsão de angolanos da RDC

Imagem
Ministro da Administração do Território, Virgílio de Fontes Pereira.

Uíge - A maturidade diplomática do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, a volta da expulsão de cidadãos angolanos das Repúblicas do Congo e Democrática do Congo (RDC) foi hoje, segunda-feira, enaltecida.
O reconhecimento é do ministro da administração do território, Virgílio de Fontes Pereira, quando presidia na cidade do Uíge o acto central das comemorações do 4 de Janeiro, Dia dos Mártires da Repressão Colonial.
Afirmou que "a maturidade diplomática do Presidente da República permite agora tratar institucionalmente o problema sem pôr em causa os tradicionais laços de irmandade, de amizade, e solidariedade existentes entre Angola e a RDC"
Informou que será no quadro das consultas diplomáticas que serão equacionadas a questões ainda "pendentes" entre os dois Estados.
''O povo angolano ama a liberdade, a paz e a convivência pacífica entre si, sem discriminação de qualquer natureza, inclusive com os países vizinhos", declarou, dirigindo uma mensagem de solidariedade aos compatriotas expulsos das repúblicas do Congo e da RDC.
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paulo gonçalves
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