LUSOFONIA

DESENVOLVIMENTO - SAÚDE - ECONOMIA - LIBERDADE - CRIMINALIDADE - LUSOFONIA

Re: LUSOFONIA

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Set 14, 2009 7:01 am

13-09-2009 14:06

Luanda
Angola na VI reunião das Fundações da CPLP em São Tomé e Príncipe

Luanda – A República de Angola vai participar, com duas instituições, na VI reunião das fundações dos Estados membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), a decorrer de 16 a 17 de Setembro, em São Tomé e Príncipe, com objectivo de troca de experiências e análise de vários assuntos de carácter comum.

Para o efeito, deixou neste domingo Luanda com destino aquela localidade africana o administrador da Fundação Sagrada Esperança para educação, cultura e promoção social, Pedro Peterson, e o director-geral da Fundação Eduardo dos Santos (FESA), João de Deus, que representarão o país no referido evento de carácter anual.

Falando à angop no aeroporto, Pedro Peterson deu a conhecer que entre os vários temas a serem abordados na reunião, um dos principais aspectos relaciona-se com a questão do “desenvolvimento do capital humano”, a partir do papel complementar que tais instituições efectuam auxiliando os governos na resolução de diversos problemas.

Em Angola, disse o entrevistado, a cultura das fundações é muito recente e nesse tipo de encontros as organizações aproveitam a oportunidade para trocar experiências com os fundações das Nações mais desenvolvidas, como o caso das de Portugal e do Brasil, sublinhou.

De acordo com o responsável da Fundação Sagrada Esperança, entre os objectivos do encontro, além da troca de impressões e experiências com os representantes dos vários continentes integrados na Comunidade, os participantes vão igualmente manifestar as suas inquietações sobre determinados aspectos que os preocupam.

Por sua vez, o director-geral da FESA anunciou que a sua instituição vai apresentar no evento uma comunicação sob o titulo “novas tendências na ajuda ao desenvolvimento”, assim como vai falar também sobre os programas e experiências de ajuda ao desenvolvimento que estão a ser levados a cabo pela Fundação Eduardo dos Santos.

Tais projectos, disse, inserem-se naquilo que são os programas da sociedade civil na execução de projectos de combate à pobreza complementado a actividade do governo angolano e no alcance dos objectivos do milénio.

Em Angola tal tipo de instituições começaram a surgir depois de 1990, altura em que iniciou as reformas politicas, tendo aparecido a Fundação Eduardo dos Santos (FESA), Sagrada Esperança, Kitoko, Brilhantes, Agostinho Neto, Fundo Lwini, entre outras.

Angola acolheu o quarto encontro do género, o quinto teve lugar na cidade de Maputo (Moçambique), enquanto que o sexto realizar-se-á em São Tomé e Príncipe durante dois dias, sendo este tipo de encontros, sobretudo, de carácter informativo e de troca de experiências.

Fazem parte da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Angola, Brasil, Portugal, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique e Timor Leste.
Avatar do utilizador
Vitor Oliveira
Administrador do fórum
 
Mensagens: 5484
Registado: Sexta Abr 24, 2009 2:14 pm
Localização: Alferrarede - Abrantes - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Set 18, 2009 5:44 pm

18-09-2009 15:19

Lusofonia
Director do Instituto de Planeamento Urbano de Luanda profere palestra em Lisboa

Lisboa – O director geral do Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda (IPGUL), Hélder José, proferiu quarta–feira, em
Lisboa, Portugal, uma palestra sob o tema “O sector imobiliário e o turismo residencial no território da lusofonia”.

O arquitecto Hélder José, que participa no Salão Imobiliário de Lisboa, chamou a atenção dos presentes para a necessidade primária da criação das infra-estruturas básicas que propiciem e aliciem o turismo residencial.

No decorrer da palestra, que foi moderada pela secretária geral da União das Cidades Capitais Luso-Afro-Americo-Asiáticas (UCCLA),
Anacoreta Correia, o director do IPGUL anunciou a realização do concurso público para a elaboração do Plano Director de Luanda no
próximo ano.

Angola tem no Salão Imobiliário de Lisboa um stand onde estão presentes as empresas imobiliárias angolanas “Century 21” e”Área
imobiliária e empreendimento Comandante Gika” que estão a ser visitados por vários agentes imobiliários, investidores e arquitectos.

O certame conta, este ano, com uma diversidade de novidades e iniciativas, nomeadamente o “Maior leilão de imobiliária de Portugal “a decorrer nos dias 19 e 20 do mês em curso.

No decorrer do certame haverá um ciclo diário de palestras onde se destacam os temas “O mercado financeiro e o sector imobiliário”, “A reabilitação, requalificação urbana e eficiência energética em edifícios” e “O sector imobiliário perspectivas e recuperação”.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Set 28, 2009 6:11 am

Portugal/Angola: Chefe de redacção da SIC vai para a Televisão Pública de Angola
A SIC vai perder o seu chefe de redacção, Frederico Roque de Pinho, para a Televisão Pública de Angola (TPA). O jornalista será consultor da administração de um dos canais da TPA, que se encontra em processo de remodelação.
Frederico Roque de Pinho deverá fazer parte da equipa que vai dar uma nova cara aos noticiários da TPA e tem contrato com a estação para os próximos quatro anos. "Talvez até mais", prevê Frederico Roque de Pinho, que passou recentemente um mês em Angola, tratando de questões logísticas como a casa onde vai morar. "É um país em reconstrução e vou para um megaprojecto", classifica, em declarações ao DN.
Imagem
Chefe de redacção vai para a Televisão Pública de Angola
Frederico Roque de Pinho, editor executivo chefe do canal de Carnaxide,
despede-se do canal rumo a um novo desafio como consultor da TPA.
No projecto de remodelação da TPA está também envolvido Renato Freitas, antigo quadro da SIC e sócio da produtora Até ao Fim do Mundo, responsável por formatos como Os Contemporâneos, o documentário Dar a Vida sem Morrer, o magazine Cuidado com a Língua, todos da RTP1, ou o programa TV Turbo, onde Frederico Roque de Pinho foi colaborador.
Sobre as futuras funções, o jornalista conta mostrar trabalho antes do início da Taça Africana das Nações, competição de futebol que se realiza em Angola e arranca no dia 10 de Janeiro de 2010.
A saída do jornalista, actualmente a coordenar o Jornal da Noite, já é conhecida na SIC. "Foi superdifícil tomar a decisão de sair", assegura Roque de Pinho, que trabalhou onze anos na estação de Pinto Balsemão.
A gozar de um período de férias, Roque de Pinho tem de acertar alguns detalhes quanto à sua saída da empresa, mas já não deverá voltar à redacção. O seu sucessor no cargo de editor executivo chefe do canal ainda não foi designado.
Este não é o primeiro profissional da SIC a sair da estação rumo a Angola. O jornalista e pivô Luís Costa Branco, da SIC Notícias, também está de partida para assumir a direcção do semanário Sol neste país. fnt/dn.sapo.pt - por Lina Santos
Avatar do utilizador
Vitor Oliveira
Administrador do fórum
 
Mensagens: 5484
Registado: Sexta Abr 24, 2009 2:14 pm
Localização: Alferrarede - Abrantes - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor Vitor Oliveira em Quinta Out 01, 2009 6:14 am

01-10-2009 6:10
Portugal
Região do Tejo prevê exportar 700 mil garrafas de vinho para Angola em 2010
Lisboa (Do enviado especial) - Pelo menos 700 mil garrafas de vinhos portugueses da Região do Tejo, Portugal, serão exportadas em 2010, para o mercado angolano, contra as 650 mil unidades do ano transacto, anunciou quarta-feira, na localidade fonte oficial.
Em 2008, a exportação de vinhos tintos e brancos do Tejo para o mercado angolano gerou uma facturação de um milhão de euros, declarou à imprensa angolana, o secretário-geral da Comissão Vitinícola Regional do Tejo, João Silvestre, na Quinta da Alorna.
Sem mencionar o número de produtores do Tejo, o responsável realçou que os agentes vinícolas da região investem na modernização das infra-estruturas e do processo de produção do vinho, para melhor concorrerem com produtos internacionais no mercado angolano.
João Silvestre reconhece existir forte concorrência no segmento de comercialização de vinhos portugueses e estrangeiros no mercado angolano, mas salientou que mais do que almejar o topo, os produtores do Tejo esforçam-se proporcionar vinhos que satisfaçam os gostos e as exigências do consumidor angolano.
Criada em 1723, a Quinta da Lorna é uma propriedade com dois mil e 800 hectares, dos quais 220 de vinha, registou na época 2007/2008 um crescimento a nível do país de 57 por cento.
Dedicada a actividades como Agricultura, Vitinicultura, Hipismo (criação e concurso de corridas de cavalo) e Imobiliária, a firma tem 18 mercados internacionais, sendo o angolano o quarto com seis porcento, abaixo da Suécia com 47 %, Alemanha (17%) e Canadá (7%).
Ainda na região do Tejo, a comitiva angolana visitou as Sociedades Vale d'Algares e a Quinta do Casal branco, onde inteirou-se do processo de apanha, esmagamento da uva, estágio do produto em madeira e garrafa para melhorar a sua qualidade, assim como efectuou provas de vinho.
As duas firmas comercializam os seus vinhos em Angola e realizam iniciativas nas suas empresas para melhoria das condições de trabalho, modernização das máquinas.
A Vale d'Algares dedica-se igualmente ao hipismo, corrida de salto com cavalos e está a edificar um hotel, além da actividade vinícola.
Avatar do utilizador
Vitor Oliveira
Administrador do fórum
 
Mensagens: 5484
Registado: Sexta Abr 24, 2009 2:14 pm
Localização: Alferrarede - Abrantes - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Out 05, 2009 5:46 am

03-10-2009 3:39

Portugal
Jornalistas angolanos terminam visitas às vinhas e adegas portuguesas

Lisboa (Do enviado especial ) - Os Jornalistas angolanos em missão de serviço em Portugal, desde o passado dia 25 de Setembro, concluíram, na noite de sexta-feira para sábado, a sua visita às vinhas e adegas portuguesas, com a participação numa prova de pelo menos 250 marcas de vinhos da região do Alentejo.

Os profissionais da imprensa pública e privada angolana concluíram igualmente a sua presença em terras lusas com visitas às vinhas e adegas das sociedades vinícolas João Portugal Ramos e Herdade do Esporão, situadas na localidade de Estremoz, região do Alentejo.

Durante oito dias, nove jornalistas participaram em dois cursos de iniciação a prova de vinho e visitaram pelo menos 16 vinhas e adegas de regiões do Dão, Bairrada, Tejo, Lisboa e Alentejo, bem como um museu de vinho.

Organizada pela Associação de Promoção de Vinhos Portugueses (ViniPortugal), a actividade visou conferir aos profissionais da media angolana mais domínio do processo de produção do vinho, desde a apanha da uva, sua transportação para as adegas, fermentação, estágio, conservação, enchimento e empacotamento das caixas.

Os técnicos angolanos tiveram ainda como propósito, avaliar junto dos produtores a importância do mercado angolano para os viticultores locais, as projecções de médio e longo prazos para o cultivo massivo de uvas para a produção de vinho em Angola, dificuldades, quantidade de vinhos exportados, assim como as acções de melhoria da distribuição do produto em Angola.

Entrevistas com produtores de diferentes regiões vinícolas, com vista a obtenção de explicações sobre as principais variedades de uvas, os métodos utilizados para a melhoria da qualidade do produto e a revolução tecnológica que se regista no sector vinícola português, foram outros dos objectivos da deslocação dos jornalistas.

Nas suas deslocações as vinhas e adegas, os jornalistas angolanos fizeram-se acompanhar de um agrónomo, angolano, Joaquim Laureano, da responsável da ViniPortugal para os mercados de África, América e Canada, Sónia Fernandes, e de representantes da desta associação em Angola, com realce para Paula Sequeira.
Avatar do utilizador
Vitor Oliveira
Administrador do fórum
 
Mensagens: 5484
Registado: Sexta Abr 24, 2009 2:14 pm
Localização: Alferrarede - Abrantes - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Out 08, 2009 2:57 am

África/Corrupção
Cabo Verde foi o único país lusófono a subir no ranking dos países menos corruptos

Macau, China - Cabo Verde foi o único país no universo da lusofonia a melhorar a classificação na lista de países menos corruptos em 2008, da organização não-governamental Transparency Internacional, em que Portugal desceu quatro posições, noticia hoje, segunda-feira, a LUSA.
Cabo Verde subiu do 49.º para o 47.º lugar, apresentando um nível de confiança entre os 3,4 e os 5,6 porcento, segundo o ranking da Transparency international, referente a 180 países e regiões e que volta a ser liderado em 2008 pela Dinamarca, Nova Zelândia e Suécia, seguida por Singapura e Finlândia.
Portugal caiu quatro posições, passando a ocupar o 32.º lugar, com um nível de confiança entre os 5,6 e os 6,7 porcento, enquanto a vizinha Espanha se situou, em 2008, no 28º lugar na lista da organização não-governamental, o que representa uma queda de três posições face a 2007.
O Brasil surge como o 80º país menos corrupto entre 180 analisados, tendo descido seis posições, apresentando em 2008 um índice de confiança entre os 3,2 e os quatro porcento.
Guiné-Bissau mantem o 158.º lugar, que significa uma queda de 11 posições face ao relatório de 2007 da Transparency International, enquanto São Tomé e Príncipe desceu apenas três lugares, para o 121º.
Timor-Leste teve a maior queda, de 22 posições para a 145ª, apresentando em 2008 um nível de confiança entre 1,8 e 2,5 por cento, ao mesmo tempo que Moçambique caiu 15 lugares na lista de países menos corruptos para o 126.º em 2008.
Macau desceu da 34.ª para a 43.ª posição na lista de países e regiões menos corruptas de 2008, analisadas pela Transparency International, apresentando em nível de confiança entre os 3,9 e os 6,2 porcento.
A China manteve a 72.ª posição, enquanto Taiwan desceu cinco lugares, surgindo no 39.º da lista de países menos corruptos em 2008, ao mesmo tempo que Hong Kong subiu duas posições para a 12ª.
A Somália fecha o ranking da organização não-governamental sobre corrupção, na 180ª posição, apresentando o nível de confiança mais baixo, entre 0,5 e 1,4 porcento.
O relatório da Transparency International mede o índice de percepção de corrupção no sector público de 180 países, que varia entre zero (altamente corrupto) e dez pontos (altamente limpo), recorrendo ainda à análise de diferentes especialistas e consultoras.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Out 14, 2009 6:35 am

13-10-2009 18:13

Comércio
Brasileiros convidados a investir na criação de lojas pedagógicas


Angop
Vice-ministro do Comércio, Gomes Cardoso
Imagem
Luanda - O vice-ministro do Comércio, Gomes Cardoso, convidou nesta terça-feira, em Luanda, os empreendedores brasileiros a estabelecer parcerias público-privadas com empresários angolanos, de modo a participarem no projecto do Governo de criar pelo menos uma loja pedagógica em cada uma das 18 províncias do país.
Ao intervir no seminário sobre oportunidades de negócios, investimentos e cooperação Angola/Brasil, o governante considerou o Brasil (o maior país da América do Sul) como um potencial na capacitação dos recursos humanos, pelo que convidou os brasileiros a participar na expansão de estruturas capazes de facilitar a formação técnicoprofissional e científica de comerciantes.

“Esta parceria deverá ligar-se também ao projecto do Governo, concretamente no sector do Comércio, com a redinamização da Escola Nacional do Comércio, sector onde os brasileiros possuem experiência capaz de dotar os angolanos de conhecimentos e os mecanismos necessários para exercerem melhor a sua actividade” realçou o governante.
Gomes Cardoso avançou a necessidade de, em termos de infra-estruturas comerciais, organizar-se o mercado retalhista, onde se identificou um défice de 58 mil e 900 estabelecimentos comerciais (por construir) no país, e no qual os estrangeiros podem encontrar oportunidades de investimento.
Referindo-se ainda ao sector do comércio, disse existir um plano assente na criação e melhoria de infra-estruturas institucionais, com prioridade para a criação de um quadro jurídico-legal capaz de facilitar e simplificar o trabalho e exercício da actividade comercial por empresários nacionais e estrangeiros.
De igual modo, acrescentou, dever-se-á consolidar o quadro de parcerias público-privadas e as estratégias de desenvolvimento sustentável e harmonioso do sector em todo o território nacional, bem como consolidar o fundo de garantia destinado ao financiamento de projectos do sector do comércio.
E, neste âmbito, dever-se-á provir a construção de “infra-estruturas comerciais” com a criação de plataformas de logística estruturadas em centros de logística e distribuição, de mercados abastecedores, bem como de entrepostos comerciais, área para a qual Angola procura adaptar algumas experiências de outros países.
Em seu entender, essas plataformas consolidariam a rede integrada de logística quer a nível do mercado primário nacional e internacional quer do secundário (articulariam a actividade grossista/retalhista/consumidor final), e teriam como papel fundamental organizar o mercado grossista do país.
Avatar do utilizador
Vitor Oliveira
Administrador do fórum
 
Mensagens: 5484
Registado: Sexta Abr 24, 2009 2:14 pm
Localização: Alferrarede - Abrantes - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Out 16, 2009 2:27 am

Angola/Portugal
Enaltecida cooperação luso/angolana no sector da construção

Angop
Presidium da conferência sobre parceria luso/angolana na construção
Luanda - O director para área de feiras da Associação Industrial Portuguesa (AIP), Jorge Oliveira, considerou hoje (quarta-feira), em Luanda, excelente e recíproca a cooperação empresarial Angola/Portugal no sector de construção civil e obras públicas.
Em declarações à Angop, no final de uma abordagem sobre Construção em Angola e as Parcerias Luso-Angolano neste sector",
Jorge Oliveira fez saber que Angola possui um mercado forte nesta área, dai a presença considerável de empresas portuguesa.
Segundo a fonte, com a conquista da paz, Angola tornou-se numa grande referência em termos de investimento privado e o sector de
construção civil e obras públicas tem vindo a ganhar muito espaço, contribuindo no crescimento económico do país e na melhoria de vida da população.
"A cooperação angolana/portuguesa tornou-se recíproca, na medida que há angolanos a investirem em Portugal e há portugueses a
investirem em Angola", disse.
Quanto ao encontro, realizado numa das salas do Hotel Trópico, o interlocutor fez saber que o mesmo serviu para um maior aproximação entre empresários dos dois países, bem como estabelecer outros métodos de cooperação.
Estiveram presente no mesmo, uma iniciativa conjunta da AIP e sua congénere angolana, entre outras individualidades, empresários
ligados a construção civil e obras pública, arquitectos e pessoas singulares.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Out 20, 2009 4:24 am

Enaltecida cooperação entre Angola e Portugal
O director para área de feiras da Associação Industrial Portuguesa (AIP), Jorge Oliveira, considerou excelente e recíproca a cooperação empresarial Angola/Portugal no sector de construção civil e obras públicas.

Em declarações à Angop, no final de uma abordagem sobre Construção em Angola e as Parcerias Luso-Angolanas neste sector”, Jorge Oliveira fez saber que Angola possui um mercado forte nesta área, dai a presença considerável de empresas portuguesas.
Afirmou que com a conquista da paz, Angola tornou-se numa grande referência em termos de investimento privado e o sector de construção civil e obras públicas tem vindo a ganhar muito espaço, contribuindo no crescimento económico do país e na melhoria de vida da população.
“A cooperação angolano-portuguesa tornou-se recíproca, na medida em que há angolanos a investirem em Portugal e há portugueses a investirem em Angola”, disse.
Quanto ao encontro, realizado numa das salas do Hotel Trópico, o interlocutor fez saber que o mesmo serviu para um maior aproximação entre empresários dos dois países, bem como estabelecer outros métodos de cooperação.
Estiveram presente no encontro, uma iniciativa conjunta da AIP e sua congénere angolana, entre outras individualidades, empresários ligados a construção civil e obras pública, arquitectos e pessoas singulares.
Jorge Oliveira está em Angola por ocasião da Feira Internacional de Construção, Obras Públicas e Materiais de Construção – Constrói Angola 2009, que ontem encerrou, em Luanda.
De um modo geral os expositores manifestaram-se satisfeitos com nível de organização do certame bem como pelos contactos de negócios tidos com empresários e particulares durante os quatro dias de exposição.
O evento ora encerrado vai na sua sétima edição, numa realização conjunta da Arena Direct e da Feira Internacional de Luanda (FIL) e contou com a participação de 302 empresas nacionais e estrangeiras, com destaque para expositores de Portugal, maior participação, Brasil, China, África do Sul, China, Itália, Alemanha, Espanha. Foi uma ocasião para estabelecimento de contactos comerciais.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Out 21, 2009 3:40 am

Moçambique e Angola trocam experiência
social de Angola e de Moçambique estiveram, ontem, reunidas em Luanda, para troca de experiências, no âmbito da cooperação bilateral.

Durante o encontro, foram abor­dadas questões ligadas ao regime jurídico, à contribuição para a protecção obrigatória, ao regime dos trabalhadores por conta própria e à protecção social de entidades religiosas.
A directora-geral do Instituto de Segurança Social de Moçambique, Rogéria da Conceição Muinga, considerou “muito importante” o encontro, além de ter reconhecido que a segurança social em Angola está a trabalhar no quadro de um sistema de grande modernização.
Rogéria Muinga disse não haver grande diferença entre as duas instituições. A maior diferença que notou está nas leis. “Mas todos nós estamos unidos com o mesmo propósito, que é melhorar e oferecer cada vez mais um trabalho com segurança”.
Já o director-geral do Instituto Nacional de Segurança Social de Angola (INSS), Sebastião Mixinge, considerou o encontro positivo, uma vez que o objectivo foi a troca de experiências. Sublinhou que a maior dificuldade que o INSS enfrenta, neste momento, depois da sua modernização, é a falta de comunicação com as suas direcções provinciais.
Sebastião Mixinge esclareceu, também, que, com a modernização, foi possível cadastrar os trabalhadores por conta própria.
A delegação moçambicana vai permanecer em Angola até sábado. Antes do regresso, Rogéria Muinga, a directora da instituição de Moçambique, visita o Huambo.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Out 22, 2009 3:23 am

Moçambique/Eleições
Angola integra troika da presidência de observadores da SADC

Maputo
(Do enviado especial) – Angola faz parte da troika de observadores das eleições gerais de Moçambique, no âmbito do Órgão para Cooperação Política, Defesa e Segurança da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), cuja presidência
circunstancial pertence à Zâmbia.
Segundo soube a Angop de fonte da missão da SADC, em situações normais a liderança da troika de observadores é dada ao país que assume a presidência deste órgão. Excepcionalmente esta função é assumida pela Zâmbia pelo facto de Moçambique (presidente de facto) estar em eleições.
Na troika de observadores, Angola assumiu também a função do secretariado e da área da imprensa, além de ter sido indicada a assessorar em tradução o chefe da Missão de Observadores da SADC, o ministro zambiano dos Negócios Estrangeiros Kabinga
Mpande – explicou a fonte.
Nove dos observadores de Angola (incluso dois diplomatas neste país), dos dezassete previstos, encontram-se em Moçambique, aguardando-se pela chegada dos restantes, já que são funcionários de diferentes instituições do Governo Angolano.
Cinco dos observadores angolanos começam a trabalhar hoje na província de Maputo, dois deles no centro (diplomatas e o chefe-adjunto da missão), enquanto duas senhoras se deslocam a oito quilómetros da cidade.
Os outros quatro seguem hoje à província de Inhabame, centro de Moçambique, onde deverão regressar após divulgação parcial dos resultados eleitorais.
Desde o dia 13 de Setembro em Moçambique, partidos políticos e candidatos à Presidência da República encontram-se em campanha eleitoral que encerra domingo.
No dia 28 deste mês, pelo menos 10 milhões de moçambicanos vão eleger os deputados para Assembleia da República, assembleias provinciais e o Presidente da República.
O processo eleitoral moçambicano registou a exclusão de 10 partidos, incluindo coligações, por irregularidades no processo de inscrição, o que levou a alguns políticos a questionar a seriedade da Comissão Nacional das Eleições (CNE) e do Conselho
Constitucional (CC) por dar provimento àquela decisão.
A propósito deste embaraço, o secretário executivo-adjunto da SADC, o diplomata angolano, João Caholo, salientou não ter opinião formada mas acredita que a decisão da Comissão Nacional de Eleições (CNE) não terá sido fortuita.
No entanto, anunciou que os observadores da SADC vão desdobrar-se pelo país para observar o processo até ao fim e a missão vai emitir o seu parecer sobre as eleições moçambicanas três a cinco dias depois da divulgação dos resultados parciais -
disse.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Out 23, 2009 2:31 am

Feira Internacional de Macau com forte presença lusófona
Portugal participa na edição deste ano da Feira Internacional de Macau com 15 empresas, menos sete do que em 2008, situação justificada pela AICEP com a conjuntura económica e enfoque generalista do evento.

Grandes grupos portugueses, como o Espírito Santo, Amorim, Pinto Basto, Hovione ou Global Parques e até a Olá Café, com uma fábrica em Macau, não vão regressar à Feira Internacional de Macau, cedendo lugar a uma maioria de pequenas e médias empresas do sector agro-alimentar que vão explorar novas oportunidades de negócio no território.
Apesar da 14ª edição da Feira Internacional de Macau se afirmar como a maior e mais internacional de sempre, quando se comemora o décimo aniversário da transição da administração, e em que a lusofonia surge em primeiro plano, com uma presença reforçada do Brasil, e da participação de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste, Portugal opta por dividir a sua influência por outras duas feiras que se realizam em Hong Kong e Cantão.
Miguel Crespo, responsável pela delegação da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) para Macau, Hong Kong e sul da China, explicou, em declarações à agência Lusa, que a participação de menos empresas portuguesas na edição deste ano da feira de Macau decorre da “conjuntura económica e fundamentalmente de ser um evento generalista de enfoque regional”.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Sábado Out 24, 2009 2:53 am

SADC
País alberga 3ª reunião da Associação Meteorológica da África Austral

Luanda
– Os membros da Associação Meteorológica da África Austral reúnem-se de 26 a 28 deste mês, em Luanda, na sua 3ª reunião geral anual, para, entre outros assuntos, delinear estratégias para a mobilização de recursos para o Projecto Regional de Desenvolvimento dos Serviços Meteorológicos da SADC.
A informação foi avançada hoje à Angop, pelo director nacional do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET), Luís Constantino, que confirmou a participação da África do Sul, Namíbia, Moçambique, Zâmbia, Swazilândia, Tanzânia, Zimbabwe e Botswana.
Representantes da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), do secretariado da SADC e da Organização Internacional da Viação Civil e do Governo da Finlândia devem participar igualmente do evento.
Os participantes vão analisar e discutir questões relacionadas ao funcionamento da associação e as contribuições feitas pelos seus membros, da operacionalidade do centro de monitoramento da SADC, vulgo "DMC-SADC", além de analisar os resultados da reunião de ministros dos transportes e meteorologia da África Austral, realizado em Março último, em Swakopmund, na República da Namíbia.
Este fórum está a ser organizado pelo Ministério das Telecomunicações e tecnologias de Informação, de acordo com a fonte da Angop.
Os objectivos da Associação Meteorológica (MASA) da África Austral é promover e desenvolver a criação e funcionamento dos serviços de meteorologia, no quadro das necessidades dos utentes dentro da região, de acordo com o director geral do INAMET.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Out 27, 2009 3:39 am

Advogados da África lusófona passam a fazer estágio no Brasil
Advogados dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) podem estagiar no Brasil, a partir deste ano, no quadro de um acordo firmado entre aquele país e os Estados lusófonos de África.

O programa foi apresentado recentemente pela Ordem dos Advogados do Brasil durante a Assembleia-Geral da União dos Advogados de Língua Portuguesa (UALP), realizada em Setembro, em Maputo.
A assembleia reconheceu o mérito do programa e elogiou o empenho da Ordem dos Advogados do Brasil para a sua concretização.
O encontro recomendou a realização do I Congresso dos Advogados de Língua Portuguesa, a realizar em 19 e 20 de Março de 2010, em Lisboa, sob o tema “Os desafios contemporâneos da advocacia”.
A Assembleia-Geral, presidida pelo bastonário da Ordem dos Advogados de Angola, Vicente Inglês Pinto, manifestou a oposição aos “processos de desjudicialização da administração da justiça, que se assiste em vários países e retira dos tribunais matérias que, tradicionalmente, eram por estes apreciados” e são “remetidas para instâncias não soberanas”.
O encontro reiterou a necessidade da instituição de um seguro profissional de responsabilidade civil que abranja todos os advogados da União dos Advogados de Língua Portuguesa.
Fonte:Jornaldeangola.com
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal

Re: LUSOFONIA

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Out 29, 2009 4:57 am

Roberto de Almeida reúne com políticos moçambicanos
O chefe da Missão de Observadores da União Africana para as eleições gerais de Moçambique, Roberto de Almeida, reuniu ontem com o secretário-geral da FRELIMO, Filipe Chimoio Pande, e com o presidente da RENAMO, Afonso Dhlakama, para auscultá-los sobre as expectativas relativas ao pleito que tem lugar hoje. À saída do encontro com o secretário-geral do partido no poder em Moçambique, Roberto de Almeida exprimiu a esperança de que as eleições de hoje vão decorrer da melhor maneira, em função das expectativas manifestadas por Filipe Pande. No encontro com Dhlakama, o chefe de observadores da UA foi saber o que aquele concorrente achou da campanha eleitoral e quais são, também, as suas expectativas relativamente às eleições gerais. Roberto de Almeida disse não ser ainda líquido que o líder da RENAMO considere já que houve fraude nestas eleições, como ele queixou-se durante a campanha.
“Devemos deixar que o processo se desenrole”, sugeriu o antigo presidente da Assembleia Nacional de Angola, antes de lembrar que qualquer irregularidade no processo virá à tona e serão conhecidas por todos, pois, em Moçambique, estão cerca de 450 observadores internacionais, para além dos nacionais. Entretanto o embaixador de Angola em Moçambique, Garcia Bires, orientou, ontem, um encontro entre os embaixadores acreditados em Maputo e uma delegação do Fórum Parlamentar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que observa as eleições naquele país do Índico.
Avatar do utilizador
paulo gonçalves
Administrador do fórum
 
Mensagens: 7197
Registado: Quarta Maio 27, 2009 9:40 am
Localização: Porto Espada - Marvão - Portugal
---------

AnteriorPróximo

Voltar para ANGOLA - OUTROS TEMAS

Quem está ligado

Utilizadores a navegar neste fórum: Nenhum utilizador registado e 0 visitantes

cron