PESCA DESPORTIVA (...)

Como quase todos nós temos pelo menos um hobby,
nesta sala poderão colocar os vossos

Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Jul 01, 2009 6:57 am

Barragem da Apartadura, Perto de Castelo de Vide
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Jul 07, 2009 6:45 pm

Pesca à Inglesa
Pesca Inglesa
A técnica da Pesca à Inglesa tem a sua origem nas ilhas Britânicas, e surgiu da necessidade dos pescadores britânicos ultrapassarem algumas dificuldades na pesca desportiva em virtude de um clima mais chuvoso e ventoso que no resto da Europa e pelo facto de na maior parte dos rios e albufeiras os peixes, mais desconfiados, tenderem a manter-se muito afastados das margens.
Pesca Inglesa consagrou-se como uma técnica eficaz e com excelentes resultados na competição, já que permite realizar capturas a longa distância, 20/25 ou mesmo 40/50 metros, a qualquer profundidade e em situações adversas no que diz respeito à corrente e ao vento.
O pescador na pesca Inglesa pode utilizar dois sistemas distintos. Esta técnica consiste em colocar o isco em profundidade correndo o fio pelo boia, é utilizado fio afundante, algumas variantes a esta ténica permitem colocar a bóia fixa. A profundidade do isco em relação à bóia é definida por um nó corrediço ou chumbo colocado no fio antes da bóia.
A utilização de um ou outro sistema depende da profundidade da água, ou por simples opção do pescador:
Com bóia fixa, para pesqueiros com profundidade inferior ao comprimento da cana.
Com bóia de correr (slider), para profundidades superiores à cana.
A utilização da bóia de correr é aparentemente mais complicada para quem se inicia nesta técnica de pesca desportiva, mas indispensável para a obtenção de bons resultados em grande parte dos nossos rios e albufeiras.
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Jul 07, 2009 6:51 pm

Canas
As canas inglesas devem ser constituídas por 3 corpos e ter um comprimento entre 3,90 e 4,20 metros, menos ou mais rijas mas com resistência garantida, capacidade para poderem lançar bóias até 20 g., e com um número necessário de passadores para um melhor controlo do lançamento e da recuperação.
Fibra vidro (oca) Diversos compostos Grafite (Carbono)
Velocidade Razoável Boa Muito boa
Peso Médio Médio/baixo Baixo
Resistência a pancadas Boa Razoável Fraca
Condutora electricidade Não Não/Sim Sim
Preço Médio Médio Elevado
Carretos
Os carretos ligeiros com bobines cónicas tipo "match" com uma capacidade máxima para 200 ou 250 metros de fio. Será imprescindível possuir várias bobines com diferentes diâmetros de fio.
Fios
A característica fundamental do fio a utilizar assenta nas suas propriedades afundantes. Após cada lançamento será necessário recuperar algum fio para o posicionar bem esticado e abaixo da linha de água. Normalmente bastará um 0,12 para uma pescaria normal e um 0.14 para maiores profundidades, longas distâncias ou exemplares de maior porte.
Bóias
Na variadíssima gama de bóias ao dispor no mercado, na maior parte fabricadas em pena de pavão ou em fibras e com chumbo incorporado em vários dos seus modelos, deverá ter sempre em conta a sua utilização em cada situação de pesca:
As do tipo "waggler" (insert e straight) ou a com flyer para águas pouco profundas e a curta distância;
A "bodied" ou "onion" com "flyer" e a "swinger" para maiores distâncias, maior profundidade e vento moderado;
A "stick" para águas com corrente mas estáveis;
A "avon" para águas muito alteradas pelo vento ou de correntes mais fortes.
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Jul 07, 2009 6:53 pm

Chumbos
Os chumbos deverão ser macios para uma rápida e eficaz substituição e de todos os tamanhos desde os "ssg" até ao nº13. Quando na utilização de chumbos a travar a bóia deverão ser usados com fio de silicone para protecção da montagem. A mesma característica se aplica às olivas.

Chumbo/Peso
Ch.nº 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 LG SSG SG AAA AB BB
Peso (gr.) 0,29 0,24 0,19 0,16 0,13 0,11 0,09 0,07 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01 3,0 1,6 1,2 0,8 0,6 0,4

Os Lançamentos

A cana inglesa deve ser lançada em Xicote quando se usa um boia fixa. Além de ajudar a dar direcção ao lançamento, torna-o mais longo. Depois de lançada e quando vai quase a tocar na água deve-se travar o fio, para isso basta por um dedo em cima da bobine do carreto com cuidado. Isto vai fazer com que todo o fio que está por baixo da boia até ao anzol seja transportado para a frente nunca enliando com o que está por cima da boia. Note que no lançamento é a boia que vai à frente e as duas secções de fio (carreto e montagem) veêm atrás. Depois da montagem cair na água, deve-se colocar a ponteira da cana na água e enrolar até se ver todo o fio a afundar. A partir deste momento estamos em acção de pesca. Veja o gif animado do lançamento em chicote.
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Jul 07, 2009 6:55 pm

Pesca com bóia de correr
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Jul 07, 2009 7:07 pm

Os pequenos wagglers podem ser bloqueados simplesmente entre chumbos, mas é preferível tornar a montagem desmontável para mudar de bóia segundo as condições (vento, corrente...). O nó mais simples é chamado o "tétine" (D). O tétine é enfiado sobre o corpo de linha, e a base do waggler é introduzida no tétine. Para os wagglers pesados (A), é preferível adoptar laços mais fortes como os modelos de Stonfo (B e C). Existe laços especiais (E) para montagem coulissant (sliding rig) ou o flutuador desliza até ao encontro de um nó (F).
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Terça Jul 07, 2009 7:21 pm

Carpa

Nome vulgar: CARPA
Nome científico: Cyprinus Carpio
Família: Cyprinidae
Ordem: Cypriniformes
Meio ambiente: Bento pelágico; não migratória;
pH: 7.0 - 7.5;
Profundidade: -
Clima: Temperado.
Temperatura: 3 - 35°C
Origem
A Carpa é originária da Europa Oriental e Ásia Ocidental e foi introduzida na Europa Ocidental no Séc XII e nos EUA por volta de 1870. Durante a idade média conheceu uma grande expansão na Península Ibérica.
Distribuíção Geográfica
Em Portugal existem actualmente numerosas populações em praticamente todas as bacias hidrográficas à excepção das situadas a norte do Rio Douro, onde são em menor número. Nos Açores, na barragem de Aguieira, Alto Lindoso, Alto Rabagão, Alvito, Arade, Azibo, Barrocal, Belver, Bemposta, Cabril, Caia, Castelo de Bode, Crestuma Lever, Ermal, Facho, Idanha-a-nova, Maranhão, Miranda do Douro, Montargil, Monte Novo, Mourão, Odivelas, Pêgo do Altar, Régua, Rôxo, Santa Clara, Torrão. Também nos rios Douro, Guadiana, Leça, Lis, Minho, Mira, Mondego, Nabão, Sado, Sorraia, Tejo e Vouga e ribeiras desde Mira ao Algarve.
Espécies
A Carpa tem catalogadas quatro variedades, diferenciam entre si pela altura do corpo, coloração, tamanho e disposição das escamas e lábios:
Carpa comum ou selvagem: coberta de escamas uniformes.
Carpa espelho: com escamas maiores e irregulares.
Carpa dourada ou vermelha
Carpa couro: Praticamente desprovida de escamas.
Caracteristícas
É uma espécie muito corajosa e combativa, com um pujante corpo alongado, coberto de escamas grandes, tem a cabeça massiva e de forma triangular com uma boca terminal proeminente e com dois barbilhos, um de cada lado da boca, a barbatana dorsal é longa e com raios, sendo o primeiro mais forte e dentilhado. Apresenta um dorso castanho esverdeado, com flancos dourados e o seu ventre tem uma coloração amarelada.
Habitat
A Carpa tornou-se uma espécie tipicamente de albufeiras e cursos de água com corrente fraca e muita vegetação. Tem o hábito de nas águas pouco profundas se fossar no fundo a fim de provocar turvação e costuma vir à superfície para aspirar o ar. Gosta especialmente de zonas pouco profundas (1m a 5m) e de preferência com vegetação, árvores, ou qualquer outro tipo de estruturas, refugiando-se nos fundões nas alturas de frio ou calor mais intenso.Possui ainda uma enorme capacidade para águas salobras assim como uma impressionante resistência fora de água, conhecem-se casos de exemplares que sobreviveram após mais de 1 hora sem água.
Em alguns locais e beneficiando de determinadas situações naturais a Carpa consegue atingir cerca de 1 metro de comprimento e com um peso que poderá oscilar entre os 30 e os 35 kgs., existindo já diversos registos próximos dos 40 kgs.
Alimentação
É uma espécie omnívora de regime alimentar muito variado (come de tudo), alimentando-se de insectos, invertebrados, plantas e algas, ovos de batráquios e outros peixes, tem uma preferência especial por larvas de insectos, crustáceos e moluscos, moluscos, ervas, plantas aquáticas, algas, chegando mesmo, ocasionalmente, a comer outros alevins e pequenos peixes. Costuma ter rotas definidas de procura de comida, patrulhando-as continuadamente. Ingere os alimentos por sucção. Neste vídeo podemos verificar como a carpa se alimenta .
Reprodução
A Carpa atinge o estado de adulto por volta dos 4 anos e tem o hábito de se reproduzir com grande frenesim em locais de pouca profundidade e com abundante vegetação aquática ou submersa, quando a temperatura da água chega aos 18º/19ºC., de Abril a Junho, por vezes até finais de Julho. Desovam na primavera e verão, largando os ovos pegajosos na vegetação. As fêmeas executam várias posturas durante a época de reprodução, a qual pode libertar a extraordinária média de 250.000 ovos/kg., 5 a 8 dias mais tarde nascem os primeiros alevins que se alimentam de plancton.
A Carpa possui uma longevidade que pode superar os 20 anos, havendo quem considere poder ir muito mais além mas por enquanto sem sustentação científica.
Técnicas de Pesca para a Carpa
Para a pesca à carpa podem utilizar as pesca à Inglesa, Francesa, Bolonhesa
Existem vários tipos de empates salientam-se os empates tipo "cabelo" .
Isco:
Milho, Trigo, Fava, Asticot, Feijão Frade, Queijo, Fiambre, Peixe, Frango, Pão, Avelã, Batata, Grão, Cânhamo, Lagostim, Lesma, Ervilha, Feijão Manteiga, Feijoca, Feijão Branco, Feijão Encarnado, Minhoca, Broa de Milho, Salsicha, Lentilha, Chouriço, Amendoa, Paio, Azeitona, Amendoim.
Mais utilizados Milho Doce e os Boilies.
Tamanho mínimo de captura - 20
Período de pesca - 1 de Junho a 14 de Março.
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Sexta Jul 24, 2009 10:41 am

PESCA À INGLESA
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Sexta Jul 24, 2009 10:44 am

Pescata de carpas a inglesa en el embalse de Almaráz.
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Sexta Jul 24, 2009 10:46 am

Pesca à inglesa
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Sexta Jul 24, 2009 10:52 am

29 kg carpa
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Jul 27, 2009 8:49 pm

Carlos e Fabian sagram-se vice campeões europeus de pesca desportiva - albufeira
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Segunda Jul 27, 2009 8:54 pm

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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor abílio em Quarta Ago 12, 2009 3:08 pm

Lúcio

Origem

O Lúcio, poderoso para o pescador desportivo e temível para qualquer outra espécie, é um peixe largamente distribuído por todo o hemisfério Norte, desde o continente americano até ao asiático passando pela maior parte dos países europeus. Foi introduzido na Península Ibérica, em Espanha, no Rio Tejo, do qual se expandiu para alguns dos outros rios portugueses, como o Guadiana e o Xévora, ocorrendo em menor quantidade em alguns dos principais rios situados a norte o país.

Características

Quando adulto o Lúcio é um peixe solitário, bastante voraz no seu ambiente natural e muito vigoroso na luta pela sobrevivência. Possui um corpo bem alongado, tendo uma cabeça e boca grandes, esta provida de várias fiadas de dentes pontiagudos e cortantes, cerca 700 dentes. Os olhos situam-se no alto da cabeça em posição que que lhe dão um amplo campo de acção visual. Normalmente apresenta-se com uma tonalidade verde-acastanhada com manchas amarelas douradas nos flancos, possuindo a grande capacidade de mimetismo, podendo assim adoptar a coloração do meio onde vive. As barbatanas são poderosas no seu trabalho propulsor, tendo a dorsal e a anal muito próximas da barabatana caudal. A maxila inferior ultrapassa a superior, sendo as suas faces ventrais perfuradas por 5 poros cefálicos de cada lado.
O Lúcio habita em albufeiras e cursos de água calmos e com obstáculos, normalmente em locais pouco profundos e sendo na maior parte das vezes encontrado nas zonas de junção dos afluentes com o rio principal.
Esta magnífica espécie pode exibir um tamanho limite à volta dos 150 cms. e um peso máximo em mais de 30 kgs. e possui uma esperança de vida que ronda os 25 anos.

Alimentação e Reprodução

É por excelência um predador de água doce, alimentando-se de outras espécies mais pequenas ou mesmo de qualquer animal ou até ave que caia na água, as presas são preferentemente atacadas em movimento e por emboscada. Chegando mesmo a atacar e devorar os da sua própria espécie.
Tanto os machos como as fémeas vivem solitários, reunindo-se em pequenos grupos de 2 ou 3 machos e 1 fémea ao se aproximar a época de reprodução. A desova, de 10.000 a 20.000 ovos/kg. por fêmea, realiza-se entre Fevereiro e Abril, quando as temperaturas da água atingem valores entre os 7 e os 10ºC., em áreas pouco profundas e com muita vegetação. A eclosão das novas crias dá-se ao fim de mais ou menos 15 dias.
O Lúcio é uma espécie com crescimento muito rápido.

Foi introduzida na Península Ibérica no início da década de 50 do século XX. Actualmente existe nas bacias dos rios Douro, Tejo e Guadiana.

Identificação: Corpo alongado em forma de torpedo, cabeça bem desenvolvida e boca aplanada em forma de "bico de pato" provida de várias fiadas de dentes pontiagudos. As barbatanas dorsal e anal estão muito próximas da caudal, conferindo aos indivíduos um grande poder de propulsão. Cor verde-acastanhada com manchas amarelas nos flancos, podendo os indivíduos adoptar a coloração do meio envolvente.

Habitat: Prefere albufeiras ou cursos de água calmos onde escolhe zonas pouco profundas e com muita vegetação onde procura refúgio e a estabelece o seu território.

Reprodução: Atingem a primeira maturação sexual aos 2 anos. A reprodução ocorre entre os meses de Fevereiro e Abril. Esta espécie tem hábitos fortemente territoriais mas na época da reprodução reúnem-se em grupos de 2 a 3 machos e uma fêmea. A desova dá-se em zonas com pouca profundidade e muita vegetação. Uma fêmea de grandes dimensões pode libertar 25 000 a 30 000 ovos. A fecundação é externa.

Dieta: Os juvenis alimentam-se de larvas aquáticas de insectos e de outros invertebrados. Os adultos são predadores e alimentam-se de peixes, inclusive da própria espécie, que capturam por emboscada. Nas massas de água em que se estabelece, esta espécie é responsável pelo desaparecimento das populações piscícolas autóctones. Na albufeira do Azibo verificou-se que após a introdução do lúcio as outras espécies de peixes residentes quase que desapareceram.
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Re: PESCA DESPORTIVA (...)

Mensagempor Vitor Oliveira em Sexta Ago 21, 2009 5:02 pm

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