SAÚDE EM ANGOLA

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Mensagempor paulo gonçalves em Terça Ago 25, 2009 12:38 am

Cunene
Autoridades sanitárias registam 99 casos de sarampo

Ondjiva – Noventa e nove casos de sarampo foram diagnosticados nos municípios do Kwanhama, Cahama, Coroca, província do Cunene, durante a segunda quinzena do mês de Julho a 23 do corrente mês, pelas autoridades sanitárias, informou hoje (segunda – feira), à Angop, a supervisora de vigilância epidemiológica, Adelina Francisca.

Segundo a responsável, os casos resultaram na morte de duas crianças no município da Cahama, estado os casos a alastrarem-se no município do Kwanhama, afectando na sua maioria crianças dos nove meses a 15 anos de idade.

Para se inverter o quadro, Adelina Francisca, ressaltou que o sector da saúde está a realizar acções de sensibilização junto da população, sobre os sintomas e os cuidados a terem para a melhor prevenção da doença.

Adelina Francisca disse serem sintomas do sarampo febres altas, erupção na pele, borbulhas, conjuntivites, dor de vista, tosse, constipação, pelo que exortou os encarregados de educação, a levarem os menores de cinco anos aos postos de vacinação para a prevenção da doença.

Em 2008 as autoridades sanitárias na província do Cunene não diagnosticaram nenhum caso de sarampo.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Terça Ago 25, 2009 12:39 am

Seminário
Direcção Nacional de Saúde Pública realiza workshop



Luanda - Um “workshop” sob o lema "Fortalecer as parcerias para o controlo da malária na comunidade" será realizado de 25 a 27 deste mês, em Luanda, pela Direcção Nacional de Saúde Pública.





De acordo com um documento daquela instituição, chegado hoje à Angop, o encontro decorrerá sobre tema "Controlo da malária a nível comunitário".





O workshop visa analisar o papel da sociedade civil e parceiros do Programa Nacional de Controlo à Malária (PNCM) na implementação do plano estratégico nacional de controlo da malária em Angola face às directrizes da iniciativa internacional de " fazer recuar o paludismo ou malária".





Durante o seminário serão abordados temas como "Malária em Angola estratégias de prevenção e controlo", "Reflexos da gestão de casos de malária após introdução do programa de malária comunitária", "A supervisão como ferramenta para melhoria do diagnóstico e tratamento" dentre outros.





O evento contará com a participação de organizações não governamentais nacionais e internacionais, supervisores e oficiais provinciais do programa de controlo da malária e parceiros do sector público e privado.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Ago 26, 2009 2:55 am

Saúde
Angola regista quatro casos de Gripe A (HN1)



Luanda - Quatro casos de Gripe A (HN1) foram notificados no país, na semana de 17 a 23 de Agosto, em dois cidadãos de
nacionalidade brasileira e duas angolanas.



A informação foi divulgada hoje, terça-feira, pelo ministro da saúde, José Van-Duném, numa conferência de imprensa a propósito.





Todos os casos foram notificados na capital do país, Luanda, sendo o primeiro em um cidadão brasileiro, de 24 anos de idade, proveniente de Brasilia e São Paulo, internado na clínica Girassol, em Luanda, com teste rápido para Influenza A negativo, mas com sintomas da doença.





O segundo caso foi detectado em uma cidadã nacional, de 28 anos de idade, com estadia em Joanesburg, com início de sintomas no dia 19 de Agosto, com teste rápido positivo.





O terceiro foi também em uma cidadã angolana, de 46 anos, da mesma família, com estadia em Espanha e Portugal, com sintomas clínicos desde o dia 18 de Agosto, com teste também positivo, enquanto o quarto caso foi dectetado em outro cidadão brasileiro, de 44 anos de idade, saído do Brasil, com sinais desde 10 de Agosto, também com teste positivo.





Estes cidadãos e os contactos, segundo o ministro, estão em quarentena nas suas próprias residências, com estado clínicio estável, e estão a ser seguidos pelas equipas de vigilância epidemiológica, tendo sido tomadas medidas de controlo, aconselhamento, tratamento e seguimento.





Acrescentou que se colheram amostras que foram enviadas para a África do Sul, onde está o laboratório de referência, para o diagnóstico definitivo.







Devido ao quadro actual, o ministro da Saúde apelou o reforço da vigilância epidemiológica nos portos, aeroportos e unidades sanitárias, maior divulgação das normas do uso do Tamiflu (medicamento para a gripe), seguimento dos doentes e dos contactos, com informação diária sobre a evolução dos mesmos, e informar os governos provinciais sobre a situação.





No entanto, o ministro apela aos orgãos de comunicação social, a divulgação das normas de prevenção e de higiene individual e colectiva, lavando as mãos com frequência e evitar zonas onde há pessoas com tosse.





"O importante é facilitar a informação para que as pessoas possam gerir a situação e não entrarem em pânico, procurando a tranquilidade e as unidades afins em caso de sintomas de gripe com dificuldades respiratórias", sublinhou.





O ministro apelou a calma à população, frisando que a diferença é a doença ter vindo de países de risco, porque Angola está em fase de transportá-la, pois o virús ainda não circula no país.





De acordo com José Van-Duném, a propagação do vírus no continente africano deve-se à fraqueza dos sistemas de saúde de alguns países, mas apesar disso a transmissão não é tão alarmante.





Até ao momento, foram notificados três mil 843 casos de Gripe A no continente africano.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Ago 27, 2009 2:21 am

Saúde
Médica apela cidadãos a evitarem ruídos intensos

Luanda – A directora clínica do centro de Saúde Ana Paula, no município de Viana, Ana Generosa, aconselhou hoje os cidadãos a evitarem estar em locais com ruídos intensos, para impedirem futuras patologias de audição.

Falando à Angop, a médica considerou que a poluição sonora “é um mal que trás consequências às pessoas de todas as idades”, tal como a surdez parcial, alteração na membrana do tímpano e até problemas cardíacos para aos hipertensos.

Por esse risco, alertou, as pessoas que trabalham em locais onde se produz “muito barulho” devem utilizar os protectores de ouvidos, para evitarem rupturas do tímpano.

“O som alto é prejudicial para todos. Os volumes altos que variam entre os 150 e 170 decibéis (medidas aplicadas para intensidade do som) são uma tentação à saúde auditiva. Ao longo do tempo, podem causar uma degeneração do ouvido interno, levando à perda da audição”, explicou.

Por seu lado, o chefe de sessão municipal da Cultura de Viana, Luís Pimentel, informou que actualmente a poluição sonora não é apenas provocada por discotecas em locais onde circulam comboios, mas também pelas obras realizadas em todos os municípios.

Lembrou que entre os principais causadores de poluição estão os taxistas, que tocam música em som alto nas viaturas, devendo por isso a polícia de trânsito ser mais rigorosa na sua intervenção em relação aos mesmos.

No Município de Viana, em Luanda, as discotecas possuem o "sistema de som incorporado" para evitar incómodos aos vizinhos, fez lembrar a fonte.

Segundo dados da Organização Mundial da saúde (OMS), o limite de ruído ambiental a partir do qual começa a ter efeitos negativos para os humanos é de 55 decibéis.

Esse valor situa-se entre o provocado por um aguaceiro (50 decibéis) e uma conversa entre duas pessoas (60).
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Ago 27, 2009 2:21 am

Cunene
Autoridades sanitárias distribuem mil e 300 mosquiteiros

Namacunde – Mil e 300 mosquiteiros impregnados com insecticidas foram distribuídos à grávidas e criança dos zeros aos cinco anos de idade, no período de Janeiro a Agosto, pelas autoridades sanitárias do município de Namacunde, província do Cunene, informou hoje a responsável de Luta Contra a Malária, Lúcia da Cruz.

Falando à Angop, a responsável explicou que a acção enquadra-se num projecto do Ministério da Saúde, visando a protecção e redução de casos da doença, através do uso do mosquiteiros por crianças até aos cinco anos e grávidas que acorreram às consultas pré-natal e à vacinação contra várias doenças.

Sublinhou que, alem da entrega dos meios, o sector na localidade também tem realizado acções de sensibilização na comunidade, sobre a prevenção da malária.

Explicou que durante o período em referência foram diagnosticados mil e 460 casos de malária, dos quais cinco resultaram em morte.

O Hospital Municipal de Namacunde tem capacidade de internamento de 25 doentes e conta com um corpo clínico de 65 trabalhadores, entre médicos, enfermeiros e farmacêuticos.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Quinta Ago 27, 2009 2:22 am

Huambo
Sector da saúde em Katchiungo necessita de novos hospitais


Katchiungo – O município de Katchiungo, província do Huambo, necessita de pelo menos 14 novas unidades hospitalares, para melhorar a rede sanitária local, informou hoje o responsável do sector, Pauli*****livela.

Em declarações à Angop, referiu que a melhoria de assistência médica àquelas populações passa pela construção dessas unidades hospitalares, por forma a que os pacientes percorram menos distâncias para terem acesso aos serviços de saúde.

Disse ser necessária a construção de novas unidades hospitalar nas ombalas de Bongo, Cavango, Soma Dumbo, Funda, Bunjo, Utanha, Calunda, Sahemba e Chamuanga, actividade que pode enquadrar-se na execução do programa de intervenção municipal e do governo local.

O sector da saúde de Katchiungo, a cerca de 62 quilómetros a leste da cidade do Huambo, controla um hospital com capacidade de internar 103 pacientes com patologias distintas, três centros e dez postos de saúde, com 252 enfermeiros, que assistem um universo de 155 mil e 722 habitantes.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Ago 28, 2009 1:31 am

Saúde
Ministro realça importância do Centro Ortopédico de Viana

Luanda - O ministro da Saúde, José Van-Dunem, realçou hoje, no município de Viana, em Luanda, a importância do Centro Ortopédico Regional de Reabilitação Polivalente desta circunscrição, no acto que marcou a comemoração do 19º aniversario da instituição sanitária, assinalado hoje.



Falando à imprensa, considerou que o centro “era uma estrutura que servia apenas para assistência às pessoas portadoras de deficiência, principalmente aquelas que eram adquiridas em consequência de acidentes com minas.




Por outro lado, recordou, o centro tinha uma característica que era de um papel especial na pirâmide de “unidade de portadores de cuidados, que têm a haver com o facto de ser o centro que produzia os próteses para uma boa parte do país”.



Agora, disse, os acidentes com minas diminuíram significativamente, apontando como outras causas preocupantes os acidentes traumáticos, com armas de fogo ou de viação.



“Isso fez com que a comunidade tivesse que resolver uma componente de assistência neurológica e em colaboração com o Hospital do Prenda está também a desenvolver uma componente de cirurgia estética”, observou a fonte.



Falando, por outro lado, sobre os casos da “Gripe A”surgidos em Angola, disse que tem sido “preocupação”, informando que recentemente uma equipa de médicos angolanos esteve na Africa do Sul a participar de uma reunião onde fez-se uma análise dos pontos “fracos e fortes de resposta a nível da região da SADC”.



De acordo com o governante, Angola foi tida como referência exemplar, pela rapidez com que criou uma comissão para responder a eventuais casos.



Neste momento, explicou, com a globalização não se tem possibilidades de impedir que os casos cheguem ao país.



Portanto, tendo um período de incubação que vai dos 7 a 10 dias, disse ser natural que haja a possibilidade de se contrair a doença, pedindo à populacao que acate os conselhos que estão a ser transmitidos através da imprensa.



Apelou, por outro lado, os cidadãos a não confinarem num aglomerado de pessoas, no sentido de evitarem o grande risco de contágio, aconselhando aos que tiverem sintomas da doença a fazer quarentena nas suas residências.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Ago 28, 2009 1:31 am

Luanda
Centro Ortopédico de Viana concorre pelo aumento de vida da população

Luanda – A directora do Centro Ortopédico Regional de Reabilitação Polivalente de Viana, em Luanda, Armanda da Conceição, afirmou hoje que a sua instituição “espera concorrer por muito mais”, com vista ao aumento da expectativa de vida da população no tocante à devolução da auto estima perdida durante a guerra



Falando no acto de comemoração alusivo ao 19º aniversário do centro, que hoje se assinalou, a responsável disse esperar muito mais dos profissionais, para assegurar o aumento da expectativa de vida da população.



Baseada numa filosofia a que convencionou chamar de “Visão Estratégica do Centro”, referiu que o objectivo fundamental a perseguir circunscreve-se na criação de condições que contribuam para uma rápida recuperação e integração socio-económica dos pacientes que acorrem àquele hospital.



Segundo Armanda da Conceição, a procura do reconhecimento como “Serviços Medicos de Referencia” na área de medicina de reabilitação e o seu desenvolvimento em busca da qualidade do seu atendimento faz com que o Centro se torne a única “Unidade Hospitalar “ da especialidade em pleno funcionamento em Angola.



Explicou que função do Centro Ortopédico Regional de Reabilitação Polivalente de Viana é incidir sobre aquelas pessoas de terceira idade, para as quais as doenças Osteo-Articulares” podem constituir obstáculos a sua mobilidade física.



O Centro Ortopédico Regional de Reabilitação Polivalente de Viana é uma Unidade Hospitalar publica, de âmbito nacional, localizada no Município de Viana, sede, especializada em medicina física e de reabilitação.



Foi inaugurada a 27 de Agosto de 1990, pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.



Possui como especialidade a Clínica Geral, Acupunctura, Fisioterapia, Fisiatria, Neurologia, Ortopedia e Neurologia Infantil, entre outras .
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Ago 28, 2009 1:32 am

Wokshop
Rigor na qualidade dos meios de combate à Malária deve ser aumentado


Luanda - Os participantes ao Wokshop Nacional sobre o Controlo da Malária solicitaram hoje, em Luanda, que o Ministério da Saúde aumente o rigor na qualidade dos meios adquiridos para o controlo da doença, sobretudo em relação às redes mosquiteiras, de diagnóstico e de anti-malárico.

No final do encontro, que decorreu sob lema "Fortalecer as parcerias para o controlo da malária na comunidade", os participantes recomendaram igualmente o reforço da cobertura de redes mosquiteiras na comunidade e a possibilidade de efectuar-se o diagnóstico e o tratamento a esse nível, bem como a inclusão de matérias específicas sobre a malária nos currículos escolares.

Entre as recomendações constam a adequação dos instrumentos de formação dos actores, integração das acções contra a doença nos programas de saúde reprodutiva e infantil, bem como a preparação de um projecto para a implementação de campanha efectiva de informação e educação comunitária.

Por outro lado, consideraram necessário que se mantenha o projecto piloto de venda subvencionada de coartem no sector privado, em curso no Huambo, e a sua extensão a outras províncias do país.

Ao proceder o encerramento do encontro, a directora nacional de Saúde Pública, Adelaide de Carvalho, informou que foi elaborado um manual de manuseio de casos de malária no país, instrumento que vai padronizar a actuação dos actores contra a doença.

Segundo a responsável, com este manual será possível evitar o uso terapêutico não recomendado pela política nacional, situação que tem provocado o surgimento de casos de resistência aos medicamentos.

Para o representante do Unicef em Angola, Koem Vanormelingen, a garantia da saúde das crianças angolanas passa pela redução do impacto da malária, por isso a revitalização dos serviços sanitários e a formação dos agentes envolvidos nesta luta constitui uma prioridade.

O evento culminou com a eleição do novo corpo directivo do Fórum Nacional de Parceiros Contra a Malária para o triénio 2009/2011, que será presidido por Paula Figueiredo, da Empresa de Consultoria de Gestão e Administração em Saúde (Consaude).

A doença mata três milhões de pessoas por ano, uma taxa só comparável à do VIH/Sida. Afecta mais de 500 milhões de pessoas todos os anos.

A malária é a principal parasitose tropical e uma das mais frequentes causas de morte em crianças nesses países, visto que mata um milhão de crianças com menos de cinco anos a cada ano.

Participaram do certame ong nacionais e internacionais, supervisores e oficiais provinciais do Programa de Controlo da Malária e parceiros do sector público e privado.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Sábado Ago 29, 2009 1:44 am

29-08-2009 2:30

Benguela
Registados seis casos suspeitos de Gripe A

Benguela - Pelo menos seis casos suspeitos de Gripe A (HN1) foram notificados esta semana, na província de Benguela, pelo departamento provincial de Saúde Pública e Controlo de Endemias, apurou a Angop.

O chefe do departamento provincial de Saúde Pública e Controlo de Endemias de Benguela em exercício, Rafael Tchiteculo, em
declarações à Angop, disse que o seu sector registou seis casos suspeitos, ainda não confirmados, sendo cidadãos maiores
de 18 anos, dos quais três do sexo masculino de nacionalidades britânica, brasileira e cubana e igual número do sexo feminino de
origem americana.

Rafael Tchiteculo adiantou que dos seis casos apenas uma pessoa em termos de diagnostico e triagem continua a manifestar
sintomas clínicos evidentes, sendo a gripe com corrimento nasal, tosse e febres altas, encontrando-se sobre controle médico, com
aconselhamento e tratamento numa das clínicas privadas da cidade de Benguela, e os restantes estão em estado de
quarentena em suas residências com estado clínico seguro.

O responsável deu a conhecer que o seu sector está a fazer a recolha das amostras dos casos, tanto aos que estão em
quarentena bem como nas clínicas e hospitais, no sentido de trabalhar na triagem junto do corpo clínico do Hospital Central de
Benguela e na Clínica "São Filipe", para se enviar a Luanda, com vista a sua confirmação laboratorialmente e possível designação
do caso.

Rafael Tchiteculo revelou ainda que os referidos pacientes passaram pelo Hospital Central de Benguela, acabando por internar,
sob controlo e cuidados médicos na Clínica "São Filipe".

O responsável apelou à população de Benguela a manter a calma, não se alarmando, visto que ainda não existem casos confirmados,
devendo colaborar com o sector da Saúde, acatando as medidas preventivas para que se evite que a província registe mais casos
nos próximos dias.

Aconselhou ainda a população a ***prir rigorosamente as normas de prevenção e de higiene individual e colectiva, lavando
as mãos com frequência e evitar zonas onde há pessoas com tosse.

"Se as mesmas medidas forem ***pridas será difícil o contágio do vírus de pessoa para pessoa e fácil o corte da cadeia de
transmissão a nível das comunidades", referiu.

Adiantou, por outro lado, que apesar dos casos não serem confirmados o seu sector está preocupado com a situação, apesar de já existirem meios e medicamentos para o tratamento dos que possivelmente poderão surgir.

Afirmou igualmente que neste momento a situação está controlada tanto no Hospital de Benguela como em outros locais, visto que
receberam orientações baixadas pela Direcção Provincial da Saúde, com vista a estarem atentos em caso de receberem eventuais casos de Gripe A.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Sábado Ago 29, 2009 1:45 am

29-08-2009 2:26

Cunene
Banco de urgência atende 60 pacientes novos durante as últimas 24 horas

Namacunde – Seiscentos e três pacientes foram atendidos no banco de urgência do Hospital Municipal de Namacunde, província do Cunene, durante as últimas 24 horas, mais oito comparando com igual período anterior, informo à Angop o enfermeiro em serviço Jackson Figueira.

De acordo com a fonte, dos pacientes que procuraram os serviços do banco constam 34 crianças e 26 adultos, dos quais vinte foram
internados e encaminhados na maternidade.

Quanto às patologias que mais se destacaram foram a malária, bronquite, sarna, VIH/Sida e doenças respiratórias.

O Hospital Municipal de Namacunde tem capacidade de internamento de 25 doentes e conta com um corpo clínico de 65
trabalhadores, entre médicos, enfermeiros e farmacêuticos.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor tozé em Segunda Ago 31, 2009 8:21 am

Angola registra casos da gripe A (H1N1) em brasileiros

Luanda, 26 ago (Lusa) - Angola registrou os primeiros casos de gripe A (H1N1), dois cidadãos brasileiros recém chegados ao país e dois angolanos, que viajaram recentemente para a África do Sul e para Portugal com passagem pela Espanha.

O ministro angolano da Saúde, José Van-Dúnen, divulgou o surgimento dos primeiros casos em Angola numa reunião regular da Comissão Interministerial de acompanhamento e prevenção da gripe no país africano.

Ele adiantou ainda que as quatro pessoas infectadas estão em quarentena nas suas casas e o diagnóstico foi obtido depois de se terem deslocado aos serviços de saúde com sintomas de gripe.

Depois de diagnosticados estes casos, as equipes sanitárias, ainda segundo Van-Dúnen, deslocaram-se a casa dos pacientes para fazerem um controle mais rigoroso.

“Não há razão para pânico”, garantiu o ministro da Saúde angolano, assegurando que a comissão tem a situação controlada e que “as medidas são as mesmas já anunciadas: o reforço do controle e a higiene pessoal”.

Pediu, no entanto, que todos aqueles que tenham quaisquer dos sintomas divulgados se dirijam aos centros de saúde e aos postos médicos.

Estes são os primeiros casos de gripe A (H1N1) em Angola, mas Van-Dúnen lembrou que na África já foram registrados mais de 3.800 casos, e defendeu o aumento das campanhas de sensibilização e informação.

Ele afirmou também que foi diagnosticada uma cidadã angolana com o vírus da gripe A (H1N1) em Cabo Verde, mas que está a ser devidamente acompanhada.

Antes do registro dos primeiros casos em Angola, as autoridades de Luanda já tinham, no final de julho, anunciado o reforço das medidas de prevenção com o conhecimento do surgimento de vários casos em países vizinhos, como a Namíbia e a África do Sul.

Segundo o vice-ministro angolano da Saúde, Carlos Alberto Masseca, as medidas de vigilância epidemiológica foram redobradas nos aeroportos internacional 4 de Fevereiro, de Cabinda, Huíla, Cunene e Soyo.

Nos portos de Cabinda, Soyo, Luanda, Lobito e Namibe as medidas foram igualmente reforçadas.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor Vitor Oliveira em Quarta Set 02, 2009 4:16 pm

The flesh-eating Marburg virus in Angola is one of the most dangerous and contagious there is. We exclusively follow the doctors in the wards battling the epidemic.

The isolation ward in Uige, Angola, is strictly off limits but our cameras gained exclusive access. It's here that confirmed Marburg victims are cared for. "This patient has arrived at a very late stage of infection so the prognosis is not good," states a nurse. But most Marburg victims never make it to hospital. Instead, they're picked up by WHO doctors trawling the slums. "The problem is that they're calling us for the bodies. We're going after the epidemic has struck so we're not being effective," explains Dr William Perea. Doctors don't even know where the virus comes from and are working on tracing its carrier.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Quarta Set 09, 2009 11:49 pm

Saúde
País tem 11 casos confirmados de gripe A (H1N1)

Luanda - As autoridades sanitárias angolanas notificaram nos últimos dias mais 5 novos casos de gripe A (H1N1), elevando para 11 o número de ocorrências da pandemia no país.


Falando à imprensa, à margem da reunião da Comissão Interministerial para a Prevenção da Pandemia da Gripe A (H1N1), nesta terça-feira, a porta-voz do encontro, Filomena Wilson, informou que no período de 3 de Maio a 8 de Setembro foram notificados no país 42 casos suspeitos da doença, sendo 31negativos e 11 positivos para o Vírus Influenza A, todos da província de Luanda.


De acordo com a porta-voz, não há registo de óbito pela pandemia, acrescentando que Luanda lidera a lista de casos suspeitos com 32, seguido do Bengo com 2 e Cabinda e Cunene com um cada.


Filomena Wilson considerou que dada a rápida propagação da epidemia da região, a proveniência do vírus deixa de ser um aspecto relevante.


As medidas conta a pandemia, esclareceu, já não são de contingência, mas de actuação directa para evitar-se a propagação da gripe, por isso é necessário reforçar a divulgação das normas de prevenção na comunidade.


"As medidas preventivas são aquelas de higiene máxima e o tratamento das ocorrências confirmadas, que estão a ser seguidas principalmente ao domicílio, e a detecção rápida de novos casos", salientou.


Dada a gravidade que a situação possa vir a apresentar, o apelo da comissão é para a divulgação massiva na mídia de normas de higience máxima, como lavar várias vezes as mãos com água e sabão, evitar o contacto destas com os olhos, nariz e boca, limpeza frequente das superfícies sujeitas ao contacto com as mãos.


Constam igualmente das orientações para impedir a contaminação a utilização de um lenço de papel para cobrir a boca em caso de espirro ou tosse, bem como evitar aglomeração de pessoas.


Está a ser preparada uma campanha de sensibilização abrangente em especial nas áreas de grande aglomeração populacional, tais como mercados.


Em função das formas de contágio, referiu a Comissão sugeriu a realização de um estudo rápido junto da comunidade, com objectivo de encontrar uma alternativa para as habituais formas de saudação (beijo, abraço, aperto de mãos).


Quanto a situação das 11 pessoas afectadas, informou que o estado clínico dos doentes é favorável e todos estão a ser tratados e acompanhados ao domicílio pelas equipas de vigilância, não havendo casos graves nem confirmados em crianças.


Quase todos os hospitais de referência do país têm condições mínimas para atender doentes com gripe A, sobretudo aqueles que necessitam de internamento.


Em Luanda, em caso de sintomas suspeitos da doença, o cidadão pode procurar os hospitais do Prenda, Josina Machel, Américo Boavida e todas outras unidades privadas.



"O recurso às unidades sanitárias só em caso de internamento, pois o recomendado é o tratamento domiciliar".


De acordo com Filomena Wilson, a OMS recomenda que não se deve ter em conta a questão climática pois mesmo com a mudança do clima ainda se vai continuar a registar casos da gripe A, atendendo a mutação genética do vírus H1N1.


Tendo em conta o aglomerado populacional da capital, a comissão interministerial propôs que a Clínica Multiperfil seja preparada como mais uma unidade de sentinela, bem como a inserção na subcomissão clínica de um ginecologista para a integração da maternidade no sistema de alerta.


Dados da OMS sobre a evolução da pandemia na região africana indicam que até ao dia 7 de Setembro foram confirmados em 23 países 6336 casos e 35 óbitos.


A África do Sul tem agora 5871 casos, mais 700 em relação ao período anterior.
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Re: SAÚDE EM ANGOLA

Mensagempor paulo gonçalves em Sexta Set 18, 2009 3:00 pm

18-09-2009 15:29

Saúde
Médicos realizam consultas no mercado Roque Santeiro

Luanda – Seis médicos angolanos iniciam, a partir deste sábado, a realizar consultas gratuitas de hipertensão e de diabetes aos
vendedores do mercado Roque Santeiro, no município do Sambizanga, em Luanda.

Uma nota de imprensa do Secretariado Municipal do Movimento Espontâneo do Sambizanga, distribuída hoje (sexta-feira) à Angop, indica que nesta consulta de algumas horas a equipa médica prevê observar centenas de cidadãos.

O documento adianta que o acto enquadra-se nas festividades do Herói Nacional e visa ajudar as pessoas carentes a adquirirem o hábito de controlar a tensão arterial e dar-lhes a possibilidade de tratarem gratuitamente das suas doenças.

Após o rastreio, os vendedores serão orientados a comparecerem nos hospitais ou centros de saúde, para se dar sequencia às consultas caso seja necessário.
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